Redes Sociais

Redes SociaisA expressão “Rede Social” passou a fazer parte do nosso dia-a-dia há poucos anos, com a adesão em massa ao hi5. Tal como as novas tecnologias, esta nova realidade foi adoptada primeiro pelas camadas mais jovens da sociedade. Hoje, são poucos os internautas que não pertencem a algum tipo de rede social.

No entanto, as redes sociais não começaram aqui. Muito antes do aparecimento do Myspace, a internet estava repleta de fórums temáticos, onde os utilizadores discutiam os mais diversos assuntos: carros, jardinagem, música, culiária, etc. Este agrupamento de pessoas com gostos partilhados foi a génese de algo que viria a alterar a forma como utilizamos a internet.

Daí ao aparecimento do Friendster e do Myspace foi um saltinho. Estes sites funcionavam de outra maneira, o objectivo era juntar pessoas conhecidas ao invés de juntar pessoas que apenas tinham os mesmos interesses. Passou a ser possível criar uma verdadeira rede com os nossos conhecidos e amigos. Até ao surgimento do Facebook, o Myspace era a maior rede social a nível mundial. Com cerca de 110 milhões de utilizadores no seu auge, este site massificou o uso das redes sociais. Hoje em dia o Myspace é utilizado maioritariamente como plataforma de divulgação de bandas

What’s hot? Facebook & Twitter

A maioria das pessoas reconhecerá estas duas palavras, mesmo nunca tendo utilizado ou sequer visto nenhuma das plataformas. O Facebook e o Twitter andam na boca do mundo mas, apesar de parecer que vieram para ficar, a verdade pode ser outra. A internet é muito dinâmica e os utilizadores fartam-se depressa. A história mostrou-nos (com o Myspace, hi5, Orkut) que estas popularidades não passam de modas. Ao fim de alguns anos surge uma alternativa que consegue cativar os utilizadores e convencê-los a migrar, deixando estes sites uma mera sombra do que já foram. Os números regem os vencedores, e neste campo, o Facebook tem estatísticas astronómicas.

“Mas porque é usam essa porcaria? Qual é o interesse?” pergunta um céptico.

A resposta simples é que nos permite manter em contacto com os nossos amigos. Saber novidades, ver fotos, trocar mensagens… Todas as pessoas que nos interessam à distância de um clique. Se antes nos perguntavamos como conseguíamos viver sem os telemóveis, hoje muita gente faz a mesma pergunta em relação à internet e às redes sociais.

O Facebook tem uma enorme quantidade de aplicações criadas de raíz por developers de todos os cantos do mundo. Quizzes e jogos abundam e prendem os utilizadores. Uma das aplicações mais populares, o Farmville, é jogado por cerca de 80 milhões de utilizadores (mais de 1% da população do mundo). Esta vertente das aplicações é o que mais mais distingue o Facebook dos seus concorrentes.

A mascote do Twitter

A mascote do Twitter

O outro peso-pesado é o Twitter. O conceito é uma mistura entre mensagens de texto (SMS) e mensagens instantâneas (MSN, por exemplo). Podemos enviar uma mensagem até 160 caracteres para todos os nossos seguidores e ver as mensagens de quem seguimos. O objectivo é fazermos pequenos updates sobre o que fazemos, as nossas opiniões ou até ter pequenas conversas. O sucesso desta rede social é tão grande, que as notícias importantes se divulgam entre os utilizadores mais rápido que em qualquer outro canal de comunicação.

Uma situação engraçada ligada a este propagar de informação extremamente rápido aconteceu no dia 17 de Dezembro de 2009, quando Portugal foi abalado por um sismo. Houveram utilizadores que souberam do sismo segundos antes de o sentirem, pois os twitts vindos do Sul do país chegaram mais rápido que as próprias ondas sísmicas.

Um dos mais recentes concorrentes deste mercado é o Google Buzz. A Google já tinha a sua presença nas redes sociais através do Orkut (usado maioritariamente no Brasil e India), mas não era directamente associado pelos utilizadores à marca “Google”. O surgimento do Buzz esteve envolto em polémica, visto que foi praticamente impingido aos utilizadores do Google Mail. Apesar desta integração automática com um dos serviços de webmail mais usados na internet, a adesão foi extremamente fraca, muito por causa da falta de funcionalidades novas que traz em relação aos seus concorrentes (principalmente o Twitter).

Bons e maus usos

Como se pode ver, existe muito potencial numa rede deste tipo, pois é utilizada por milhões de utilizadores, constantemente online. Um bom uso é o marketing. Cada vez mais é importante as empresas terem algum tipo de presença nas redes sociais. Estar próximo dos users, ouvir o feedback deles e dar uma imagem mais humana à própria empresa contribui muito para o sucesso da mesma. Também permite fazer chegar novidades em primeira mão aos clientes e de uma forma bastante natural e fácil.

Mas são só coisas boas? Infelizmente não é o caso. O uso destes sites pode tornar-se uma dependência para pessoas que não consigam gerir o uso. Pode prejudicar o desempenho no local de trabalho, levando a muitas “escapadelas” que se vão acumulando ao longo do dia. Outra questão é a privacidade, visto que cada vez mais os nossos dados pessoais vão ficando espalhados pela internet, disponíveis a qualquer um para bisbilhotar. Há casos de utilizadores que são vítimas de roubo de identidade porque deixam dados sensíveis à vista de todos.

Isto quer dizer que é melhor não usar? Claro que não! Tal como em tudo, as pessoas devem usar moderação e cuidado na utilização das redes sociais. Está nas nossas mãos fazer um uso responsável destas “ferramentas”, visto que há muitas vantagens no seu uso.

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Sobre o Autor
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Miguel Duarte é o responsável pelo Departamento de eLojas e Programação PTWS. Além da instalação, configuração e customização das lojas online, desenvolve módulos, programas e scripts para diversos ambientes web. Encontra-se a a iniciar o Mestrado em Engenharia Informática no ISCTE.
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