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	<title>Blog PTWS Alojamento Web &#187; Segurança</title>
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	<description>Um parceiro sempre ao seu lado</description>
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		<title>Certificados SSL &#8211; o que são e como funcionam</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Jun 2010 10:26:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Duarte</dc:creator>
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		<description><![CDATA[É frequente ouvir-se falar em certificados de segurança quando o assunto são páginas onde o sigilo dos dados trocados é da mais extrema importância. Sites de eBanking ou Lojas Online têm frequentemente este sistema de forma a proteger os dados dos clientes. Para além de protegerem realmente informação trocada, estes certificados dão confiança aos utilizadores no momento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p><a href="http://www.ptws.info/wp-content/uploads/2010/06/lock.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-520" title="lock" src="http://www.ptws.info/wp-content/uploads/2010/06/lock.jpg" alt="" width="240" height="240" /></a>É frequente ouvir-se falar em <strong>certificados de segurança</strong> quando o assunto são páginas onde o <strong>sigilo </strong>dos dados trocados é da mais extrema importância. Sites de <strong>eBanking</strong> ou <a title="Lojas Online PTWS Alojamento Web" href="http://www.ptws.info/gestao-empresarial/planificacao-para-criar-uma-loja-online-virtual.html" target="_blank"><strong>Lojas Online</strong></a> têm frequentemente este sistema de forma a <strong>proteger os dados</strong> dos clientes.</p>
<p>Para além de protegerem realmente informação trocada, estes certificados dão <strong>confiança</strong> aos utilizadores no momento de colocarem os seus <strong>dados sensíveis</strong> na Internet, como informação do seu cartão de crédito.</p>
<p>Neste artigo, explicarei como funciona este sistema de segurança com duas abordagens: uma mais simples, acessível a todos, e uma mais complexa, para os mais curiosos.</p>
<p><span id="more-476"></span></p>
<h2>Keeping it Simple</h2>
<p>Um certificado SSL é utilizado para estabelecer um &#8220;túnel&#8221; seguro entre 2 pontos: o utilizador e o site. Quando colocamos informação importante num website, é necessário tornar essa <strong>troca de dados segura e privada</strong>.</p>
<p>As mensagens são codificadas de forma a que quem esteja à escuta não consiga ter acesso aos dados, sendo estes descodificados ao chegar ao destino. Esta codificação é feita utilizando <strong>processos matemáticos</strong> de tal modo <strong>complicados </strong>quer seriam necessários <strong>milhares de anos para descodificá-los</strong>.</p>
<p>A atribuição de certificados válidos é realizada por <strong>Entidades de Certificação</strong>, como a Verisign (existem cerca de 36 em todo o mundo), mas é normalmente<strong> revendida por terceiros de confiança</strong>. Assim, vai sendo criada uma árvore de confiança, liderada pelas Entidades de Certificação.</p>
<p>Depois de se fazer a instalação do certificado no site, todas as comunicações passam a ser seguras. Normalmente os browsers identificam estes websites através de um ícone na barra de endereço, ou alterando a cor da mesma.</p>
<div id="attachment_524" class="wp-caption aligncenter" style="width: 628px"><a href="http://www.ptws.info/wp-content/uploads/2010/06/caixa1.jpg"><img class="size-full wp-image-524" title="URL CGD" src="http://www.ptws.info/wp-content/uploads/2010/06/caixa1.jpg" alt="URL de um site que usa um Certificado SSL" width="618" height="24" /></a><p class="wp-caption-text">URL de um site que usa um Certificado SSL</p></div>
<h2>Como funciona</h2>
<p>O sistema de certificados SSL utiliza uma codificação baseada em <strong>2 pares de chaves públicas e privadas</strong>. Os websites com certificados têm uma chave privada que apenas eles conhecem e uma chave pública, conhecida por todos. O mesmo acontece para o browser de quem acede através de <strong>https </strong>a estes sites.</p>
<p>Uma mensagem ao ser <strong>codificada com uma das chaves públicas</strong> só poderá ser <strong>descodificada com a chave privada correspondente</strong>. O inverso também acontece: uma mensagem <strong>codificada com uma chave privada</strong> só pode ser <strong>descodificada com a chave pública correspondente</strong>.</p>
<p>Isto permite uma coisa muito interessante: ao <strong>codificarmos </strong>uma mensagem com a <strong>chave pública do destinatário</strong>, apenas o destinatário a poderá <strong>descodificar com a sua chave privada</strong>. Asseguramos o sigilo, desde que a chave privada não seja comprometida.</p>
<p>Imaginando que um cliente se chama Alice e o website é do Bob, uma interacção utilizando SSL seria assim:</p>
<p>-Alice obtém a chave pública de Bob, e Bob obtém a chave pública de Alice<br />
-Alice codifica uma mensagem com a chave pública de Bob<br />
-Bob recebe a mensagem codificada e descodifica-a utilizando a sua chave privada<br />
-Bob lê o pedido de Alice e responde, codificando a sua resposta com a chave pública de Alice<br />
-Alice recebe a resposta e descodifica-a utilizando a sua chave privada</p>
<p>Supondo que havia alguém a tentar escutar a comunicação, seria <strong>impossível descodificar</strong> qualquer uma das mensagens, pois só podem ser descodificadas com as chaves privadas de cada interveniente.</p>
<p>O algoritmo descrito é o RSA e é utilizado para iniciar a comunicação (handshake). Visto que a codificação/descodificação utilizando o RSA é um processo mais <strong>lento </strong>que outros algoritmos, a partir dessa primeira comunicação é escolhido um protocolo menos pesado de chave simétrica. Utilizando a técnica dos 2 pares de chaves (chaves assimétricas) é <strong>partilhada uma nova chave</strong> que será utilizada doravante para codificar e descodificar as mensagens utilizando um algoritmo de codificação mais rápido (DES, DSA, etc).</p>
<h2 style="text-align: left;">Complicando um pouco: Mecanismo de Encriptação</h2>
<p>Mas se a mensagem que é codificada pela chave pública consegue ser descodificada pela sua chave privada, e vice-versa, significa que há uma <strong>ligação entre elas</strong>. E conhecendo o algoritmo que gera uma chave, em teoria seria possível <strong>descobrir as chaves privadas sabendo as públicas</strong>, certo? <strong>Actualmente não</strong>.</p>
<p>Tal como mencionado anteriormente, são utilizados processos matemáticos complexos que impedem a descoberta de uma chave a partir do seu par:</p>
<ol>
<li>São escolhidos 2 números primos <strong><span style="text-decoration: underline;">p</span></strong> e <strong><span style="text-decoration: underline;">q</span> </strong>com, pelo menos, 100 algarismos</li>
<li>É calculado <strong><span style="text-decoration: underline;">n</span> = <span style="text-decoration: underline;">p</span> * <span style="text-decoration: underline;">q</span></strong></li>
<li>É calculado <strong><span style="text-decoration: underline;">z</span></strong> = (<strong><span style="text-decoration: underline;">p</span></strong>-1) * (<strong><span style="text-decoration: underline;">q</span></strong>-1)</li>
<li>Encontra-se um valor para <strong><span style="text-decoration: underline;">e</span><span style="font-weight: normal;">,</span> </strong>primo relativo de <strong><span style="text-decoration: underline;">z</span><span style="font-weight: normal;"> e menor que o próprio </span><span style="text-decoration: underline;">z</span></strong></li>
<li>Calcular <strong><span style="text-decoration: underline;">d</span></strong> tal que <strong><span style="text-decoration: underline;">d</span></strong>.<strong><span style="text-decoration: underline;">e</span></strong> = 1 mod <span style="text-decoration: underline;"><strong>n</strong></span></li>
</ol>
<p>Após descobertos todos estes números, obtém-se a chave pública e privada:</p>
<p>-Chave pública: (e,n)<br />
-Chave privada: (d,n)</p>
<p>Cada chave consiste num par de números e podem agora ser usadas para cifrar e decifrar as mensagens, da seguinte maneira (exemplo para cifra com chave privada e decifra com chave pública):</p>
<p>-Cifra = Mensagem^<strong><span style="text-decoration: underline;">d</span></strong> mod <strong><span style="text-decoration: underline;">n</span></strong><br />
-Mensagem =  Cifra^<strong><span style="text-decoration: underline;">e</span></strong> mod <strong><span style="text-decoration: underline;">n</span></strong></p>
<p>A complexidade aqui está no uso de <strong>números extremamente grandes</strong> e no ser necessário factorizar os mesmos para conseguir inverter o algoritmo, chegando à chave privada através da pública. Este é um processo computacionalmente intensivo, que demoraria milhares de anos a efectuar com a tecnologia actual.</p>
<h2>Protecção para o Futuro?</h2>
<p>De acordo com a <strong>Lei de Moore</strong>, o <strong>poder computacional duplica a cada dois anos</strong>. Esta &#8220;lei&#8221; tem-se vindo a comprovar com o passar do tempo, o que significa que cada vez se vai tornando mais <strong>realista </strong>a <strong>quebra </strong>deste tipo de algoritmos em tempo útil. Para ajudar, especialistas dizem que a chegada da <strong>Computação Quântica</strong> tornará estes processos <strong>triviais</strong>.</p>
<p>Todos estes factores implicam uma <strong>alteração nos algoritmos existentes</strong> (por exemplo o uso de chaves maiores) ou a <strong>criação de novos</strong>, que tornem as comunicações seguras por mais algum tempo.</p>
<p>Apesar destes futuros desafios, nos tempos que correm esta é, <strong>sem dúvida</strong>, uma maneira <strong>totalmente segura de garantir o sigilo e a autenticidade</strong> na troca de dados, pelo que deverá ser ponderado o uso desta tecnologia na protecção de sites abordem questões onde a segurança da informação é importante.</p>
<div class="shr-publisher-476"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><div class='shareaholic-like-buttonset' style='float:none;height:30px;'><a class='shareaholic-fblike' data-shr_layout='standard' data-shr_showfaces='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fblog.ptws.pt%2Fnoticiasptws%2Fcertificados-ssl-o-que-sao-e-como-funcionam.html' data-shr_title='Certificados+SSL+-+o+que+s%C3%A3o+e+como+funcionam'></a><a class='shareaholic-googleplusone' data-shr_size='standard' data-shr_count='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fblog.ptws.pt%2Fnoticiasptws%2Fcertificados-ssl-o-que-sao-e-como-funcionam.html' data-shr_title='Certificados+SSL+-+o+que+s%C3%A3o+e+como+funcionam'></a><a class='shareaholic-tweetbutton' data-shr_count='none' data-shr_href='http%3A%2F%2Fblog.ptws.pt%2Fnoticiasptws%2Fcertificados-ssl-o-que-sao-e-como-funcionam.html' data-shr_title='Certificados+SSL+-+o+que+s%C3%A3o+e+como+funcionam'></a></div><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic -->]]></content:encoded>
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		<title>Segurança na Internet &#8211; Aprenda e Proteja-se</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Mar 2010 14:03:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Duarte</dc:creator>
				<category><![CDATA[Convidados e Opiniões]]></category>
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		<description><![CDATA[Com o evoluir da tecnologia e a sua consequente banalização, o número de internautas disparou nos últimos anos. Este aumento exponencial de utilizadores (390 milhões no ano 2000 contra 1700 milhões no ano 2009) é um chamariz para os chamados &#8220;predadores da net&#8220;. O facto é que a grande maioria dos utilizadores não tem conhecimentos suficientes, o que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><div id="attachment_298" class="wp-caption alignleft" style="width: 144px"><a href="http://www.ptws.info/wp-content/uploads/2010/03/lock.jpg"><img class="size-medium wp-image-298   " title="Segurança na Internet" src="http://www.ptws.info/wp-content/uploads/2010/03/2453544236_f1b1dac91d-300x300.jpg" alt="Segurança na Internet" width="134" height="134" /></a><p class="wp-caption-text">Segurança na Internet</p></div>
<p>Com o evoluir da tecnologia e a sua consequente banalização, o número de <strong>internautas</strong> disparou nos últimos anos. Este aumento exponencial de utilizadores (390 milhões no ano 2000 contra 1700 milhões no ano 2009) é um chamariz para os chamados &#8220;<em><strong>predadores da net</strong></em>&#8220;. O facto é que a grande maioria dos utilizadores não tem <strong>conhecimentos</strong> suficientes, o que os torna potenciais <strong>alvos</strong> de <strong>fraude</strong> ou <strong>roubo</strong>.</p>
<p>Apesar das campanhas informativas serem actualmente bastante divulgadas, apenas uma <strong>minoria dos internautas</strong> conhece verdadeiramente os perigos a que estamos sujeitos ao navegar por estas águas. Mas se alguns têm conhecimento dos piratas, outros têm medo de sequer molhar os pés.</p>
<p>A realidade é que há certas <strong>precauções</strong> que podemos tomar de maneira a tornar a nossa vida informática mais <strong>segura</strong>, não tendo medo de usufruir de tudo o que a tecnologia tem para nos oferecer. Mesmo não sendo &#8220;<em><strong>experts</strong></em>&#8221; na matéria, todos os internautas deveriam ter alguns conhecimentos sobre aquilo que pode estar à espreita por trás de cada clique.</p>
<div><span id="more-290"></span></div>
<p>Quantos conseguiriam agora passar sem <strong>compras online</strong>, <strong>e-banking</strong>, <strong>redes sociais</strong> ou <strong>mensagens instantâneas</strong>? A internet trouxe-nos grandes vantagens, mas como não há bela sem senão, apareceram também certos <strong>perigos</strong>.</p>
<p>Analisando algumas das temáticas mais comuns:</p>
<h2>Phishing</h2>
<div id="attachment_295" class="wp-caption alignright" style="width: 190px"><a href="http://www.ptws.info/wp-content/uploads/2010/03/phishing.png"><img class="size-medium wp-image-295  " title="Phishing" src="http://www.ptws.info/wp-content/uploads/2010/03/phishing-225x300.png" alt="Phishing" width="180" height="240" /></a><p class="wp-caption-text">Phishing</p></div>
<p><em>O que é?</em></p>
<p>Este tipo de ataque surgiu em força aquando da expansão do <strong>e-banking</strong> (operações bancárias online). Os atacantes aliciam as vítimas, através de <strong>e-mail</strong> ou mensagens instantâneas, a visitar sites <strong>fraudulentos</strong>, cuja função é <strong>capturar </strong>os dados pessoais (passwords, números de cartões de crédito, etc). Os sites são <strong>idênticos </strong>aos verdadeiros, levando muitos utilizadores a pensar que estão perante um site legítimo.</p>
<p><em>Como me proteger?</em></p>
<p><strong>NUNCA</strong> clicar em links nos e-mails, principalmente quando são, aparentemente, provenientes de bancos. <strong>Escrever o URL</strong> (endereço) na <strong>barra de endereços</strong> do browser é a maneira mais <strong>segura</strong>, pois os links podem levar-nos a sites diferentes daquele que esperamos.<br />
Também não se deve fornecer os nossos dados pessoais a quem os peça, mesmo que pareça que do outro lado está um representante de uma entidade que damos como fiável. Ninguém lhe pedirá a sua password, é um dado <strong>pessoal </strong>e <strong>intransmissivel</strong>.</p>
<p>Por último <strong>NUNCA fornecer a nossa password</strong> em resposta a e-mails deste tipo. Nenhum banco lhe pede a password fora da página de login do mesmo.</p>
<h2><strong>Virus, Trojans, Spyware e Worms</strong></h2>
<p><em>O que são?</em></p>
<p>Já todos nós sofremos na pele com alguma destas &#8220;<em><strong>pestes</strong></em>&#8220;. Esta categoria de ataques, referida geralmente por <strong>malware</strong>,  baseia-se em <strong>infectar </strong>os computadores dos utilizadores, <strong>roubando informação </strong>ou estragando propositadamente dados, havendo muitas vezes a tentativa de <strong>infecção de outras máquinas</strong>. Os métodos de infecção mais frequentes são os <strong>scripts maliciosos</strong> em páginas web, transferência de <strong>ficheiros </strong>nos anexos dos <strong>e-mails</strong> ou através de uma <strong>pen USB</strong>, por exemplo.</p>
<p><em>Como me proteger?</em></p>
<p>A partir do momento que somos infectados torna-se uma tarefa quase impossível a remoção por completo destas ameaças. A <strong>prevenção </strong>é, por isso, a melhor arma. Um bom <strong>antivirus </strong>(sempre actualizado!) em combinação com uma boa <strong>firewall </strong>é o primeiro passo, mas não é infalível. Deve ter-se cuidado com os sites frequentados, pois há sempre um período após o aparecimento de novos virus em que nenhum software tem solução.</p>
<div id="attachment_321" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.ptws.info/wp-content/uploads/2010/03/computer_malware.jpg"><img class="size-medium wp-image-321 " title="Malware - Software criado com o intuito de atacar computadores alheios" src="http://www.ptws.info/wp-content/uploads/2010/03/computer_malware-300x199.jpg" alt="Malware" width="300" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">Malware - Software criado com o intuito de atacar computadores alheios</p></div>
<h2><strong>Criar Bons Hábitos</strong></h2>
<p>Entre 50 a 60% dos internautas utiliza o <strong>Internet Explorer</strong>, o que o torna num <strong>alvo </strong>apetecivel para os atacantes. Hoje em dia já há excelentes alternativas a este browser. <a title="Firefox" href="http://www.mozilla-europe.org/pt/firefox/" target="_blank">Firefox</a>, <a title="Chrome" href="http://www.google.com/chrome" target="_blank">Chrome </a>ou <a title="Opera" href="http://www.opera.com/" target="_blank">Opera</a> são apenas 3 dos mais populares. Ao mudar de browser está a diminuir a probabilidade de ser afectado por <strong>exploits </strong>(para não falar de outras desvantagens do Internet Explorer que não estão relacionadas com a segurança).</p>
<p>Um hábito a adquirir é manter o <strong>software de segurança</strong> sempre <strong>actualizado</strong>. São descobertas centenas de falhas de segurança e criados milhares de virus (e outras formas de ataque) diariamente. Ter um antivirus desactualizado é o mesmo que não o ter.</p>
<p>Outro aspecto muito importante são as <strong>passwords</strong>. Utilizar a mesma password para todos os nossos logins é muito <strong>perigoso</strong>, pois basta que uma delas seja interceptada para ser possível aceder a todas as nossas contas, nos mais diversos sites. Umas das mais importantes é a password de e-mail: com acesso ao e-mail de alguém é possível fazer-se passar por essa pessoa sem desconfiança da outra parte.<br />
É também essencial que a password não seja algo demasiado <strong>simples </strong>de descobrir (datas e/ou nomes) e que tenha uma mistura de caracteres maiúsculos e minúsculos, números e símbolos.</p>
<h2><strong>Software de Segurança</strong></h2>
<p>Deixo aqui algumas soluções gratuítas em termos de software de segurança:</p>
<p><strong><em><a title="Keepass" href="http://keepass.info/" target="_blank">Keepass</a></em></strong><br />
Esta aplicação é um gerenciador de passwords. Todos os usernames e passwords ficam guardados numa base de dados <strong>encriptada</strong>, sendo preciso uma <strong>palavra-chave mestre</strong> para a desbloquear. Para os utilizadores do Firefox há um <a title="plugin" href="http://keepass.info/plugins.html#keefox" target="_blank">plugin</a> que automatiza os logins.</p>
<p><strong><a title="MalwareBytes" href="http://www.malwarebytes.org/" target="_blank">MalwareBytes</a></strong><br />
Para quem quer uma solução <strong>anti-Malware</strong>, esta aplicação é das melhores (senão a melhor) do mercado.</p>
<p><em><strong><a title="Spywareblaster" href="http://www.javacoolsoftware.com/spywareblaster.html" target="_blank">Spywareblaster</a></strong> </em>e <strong><em><a title="Spybot" href="http://www.safer-networking.org/index2.html" target="_blank">Spybot</a></em></strong><br />
Um estudo em 2005 concluiu que cerca de 60% dos computadores estavam <strong>infectados </strong>com algum tipo de Spyware. Estes dois programas têm como objectivo evitar que o nosso PC seja infectado e, no caso de acontecer, proceder à sua <strong>limpeza</strong>.</p>
<p><strong><em><a title="AVG Free" href="http://free.avg.com" target="_blank">AVG Free</a></em></strong><br />
O AVG Free já é um clássico no que toca a antivirus gratuitos. É uma solução competente, apesar de geralmente ser melhor optar por um antivírus pago (recomendo o <strong><a title="ESET NOD32" href="http://www.eset.com/home/nod32-antivirus" target="_blank">ESET NOD32</a></strong> ou a versão <strong><a title="Verão paga do AVG" href="http://www.avg.com" target="_blank">paga</a> do AVG</strong>).</p>
<p><strong>Finalizando:</strong> apesar desta informação ser básica e do conhecimento geral de muitos utilizadores mais experientes, a verdade é que apenas uma pequena percentagem das pessoas sabe <strong>proteger-se</strong> na <strong>internet</strong>. Temos, por isso, o dever de transmitir estas dicas a quem não o sabe fazer. <strong>Informação </strong>é <strong>poder</strong>, e quanto mais informados forem os utilizadores, menos serão os <strong>alvos</strong>. Num mundo perfeito, todos saberiam como se refugiar de <strong>ataques maliciosos</strong> na rede, acabando por ser cada vez mais raras estas situações. Ao dotarmos outras pessoas deste conhecimento, estamos a caminhar no sentido certo: <strong>uma internet mais segura</strong>.</p>
<div class="shr-publisher-290"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><div class='shareaholic-like-buttonset' style='float:none;height:30px;'><a class='shareaholic-fblike' data-shr_layout='standard' data-shr_showfaces='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fblog.ptws.pt%2Fconvidados%2Fseguranca-na-internet-aprenda-e-proteja-se.html' data-shr_title='Seguran%C3%A7a+na+Internet+-+Aprenda+e+Proteja-se'></a><a class='shareaholic-googleplusone' data-shr_size='standard' data-shr_count='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fblog.ptws.pt%2Fconvidados%2Fseguranca-na-internet-aprenda-e-proteja-se.html' data-shr_title='Seguran%C3%A7a+na+Internet+-+Aprenda+e+Proteja-se'></a><a class='shareaholic-tweetbutton' data-shr_count='none' data-shr_href='http%3A%2F%2Fblog.ptws.pt%2Fconvidados%2Fseguranca-na-internet-aprenda-e-proteja-se.html' data-shr_title='Seguran%C3%A7a+na+Internet+-+Aprenda+e+Proteja-se'></a></div><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic -->]]></content:encoded>
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