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	<title>Blog PTWS Alojamento Web &#187; Convidados e Opiniões</title>
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	<description>Um parceiro sempre ao seu lado</description>
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		<title>Suporte Mobile</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Jul 2011 08:26:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Densinet</dc:creator>
				<category><![CDATA[Convidados e Opiniões]]></category>

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		<description><![CDATA[O mercado mobile est&#225; em franco crescimento. Estima-se que em poucos anos existam mais tablets que pcs. A r&#225;pida mudan&#231;a no paradigma dos dispositivos de computa&#231;&#227;o leva a que as empresas devam adaptar-se &#224;s novas realidades, trabalhando arduamente para estarem constantemente um passo &#224; frente, em constante proximidade para com os seus clientes. Hoje existem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p>
	O mercado mobile est&aacute; em franco crescimento. Estima-se que em poucos anos existam mais tablets que pcs. A r&aacute;pida mudan&ccedil;a no paradigma dos dispositivos de computa&ccedil;&atilde;o leva a que as empresas devam adaptar-se &agrave;s novas realidades, trabalhando arduamente para estarem constantemente um passo &agrave; frente, em constante proximidade para com os seus clientes. Hoje existem v&aacute;rios tipos de dispositivos m&oacute;veis, v&aacute;rias dimens&otilde;es, v&aacute;rios browsers e v&aacute;rios sistemas operativos.
</p>
<p>
	<span class="Apple-style-span">O mercado est&aacute; em efeverg&ecirc;ncia e os grandes players lutam entre si em busca da f&oacute;rmula mais consistente. Neste curto espa&ccedil;o de pouco mais de um ano, a Apple tem a dianteira. O iPad &eacute; um sucesso de vendas e &eacute; o respons&aacute;vel pela viragem das luzes da ribalta para os tablets. Para al&eacute;m deste formato h&aacute; ainda que ter em mente o crescente n&uacute;mero de smartphones que diariamente s&atilde;o comprados e que come&ccedil;am a relegar os telem&oacute;veis mais convencionais para uma fatia de mercado cada vez mais reduzida.</span>
</p>
</p>
<p style="text-align: center">
	<img alt="mobile devices" src="http://theemf.org/files/2010/03/Various-Mobile-Devices.jpg" /><span id="more-921"></span>
</p>
<p>
	Hoje no mercado dos dispositivos m&oacute;veis podemos efectuar uma divis&atilde;o em tr&ecirc;s &aacute;reas: telem&oacute;veis, smartphones e tablets. Os telem&oacute;veis s&atilde;o ainda os que dominam o mercado e abrangem uma enorme quota da sociedade. Os smartphones ser&atilde;o aqueles que de momento conhecem um maior crescimento. Os pre&ccedil;os s&atilde;o cada vez mais baixos e os produtos de gama mais baixa t&ecirc;m pre&ccedil;os que tocam os telem&oacute;veis de gama m&eacute;dia. O peso entre os argumentos de cada um e a rela&ccedil;&atilde;o qualidade/pre&ccedil;o tem feito com que os utilizadores optem por adquirir um smartphone. Depois existem os tablets.
</p>
<p>
	<span class="Apple-style-span">Ao n&iacute;vel dos telem&oacute;veis, os sistemas operativos que mais implanta&ccedil;&atilde;o t&ecirc;m s&atilde;o os nativos da marca. Estes sistemas operativos s&atilde;o regra geral limitados e os seus browsers s&atilde;o pouco interessantes em termos de funcionalidade. Ao n&iacute;vel dos smartphones existem cinco fortes marcas: Android, iOS, Symbian, Windows Phone e o da RIM que est&aacute; presente nos Blackberry. A luta a que temos assistido hoje em dia come&ccedil;a a bipolarizar-se. A Google e a Apple lutam pelo dom&iacute;nio do mercado.</span>
</p>
<p>
	<span class="Apple-style-span">A Apple mant&eacute;m-se fiel a si pr&oacute;pria, produzindo dispositivos pr&oacute;prios cujo SO est&aacute; perfeitamente integrado com o hardware. O estatuto de coolness atingido permite-lhes um n&iacute;vel de desejo de compra que lhes confere uma boa fatia do mercado. A estrat&eacute;gia do Google &eacute; diferente. As parcerias com v&aacute;rios fabricantes aumentam a sua base de distribui&ccedil;&atilde;o, inundando quase semanalmente o mercado com novos lan&ccedil;amentos e a todos os pre&ccedil;os. Por esta raz&atilde;o o Android est&aacute; em franco crescimento e &eacute; cada vez mais utilizado.</span>
</p>
<p>
	<span class="Apple-style-span">A guerra dos tablets conta com mais players e &eacute; ainda mais complexa. Embora esta luta seja ainda recente assistimos a ferozes investidas por parte de empresas tecnol&oacute;gicas gigantescas que est&atilde;o a fazer uma forte aposta para ter uma posi&ccedil;&atilde;o relevante. Como j&aacute; foi dito estima-se que o n&uacute;mero de tablets vai ultrapassar o n&uacute;mero de pcs numa perspectiva a m&eacute;dio prazo. Por isso empresas como a Apple, a Google, a Samsung, a RIM, a Acer, a HP ou a ASUS est&atilde;o a apresentar os seus modelos.</span>
</p>
<p>
	<span class="Apple-style-span">Para al&eacute;m da luta dos fabricantes existe ainda a luta dos sistemas operativos. Os iPads usam o iOS, os da HP utilizam o WebOS, o Playbook da RIM utiliza um sistema operativo pr&oacute;prio e os restantes est&atilde;o a recorrer ao Android. Analisando estes dados quando se toma a decis&atilde;o de fazer passar a estrat&eacute;gia da empresa pelo universo mobile podemos apontar baterias para o iOS e para o Android. Esta estrat&eacute;gia &eacute; ali&aacute;s a que tem sido mais utilizada. Mas ser&aacute; a correcta?</span>
</p>
<p>
	<span class="Apple-style-span">&nbsp;Como vimos o n&uacute;mero de dispositivos mobile e de consequentes sistemas operativos associados &agrave;s caracter&iacute;sticas do hardware fazem com que esta tarefa n&atilde;o seja nada f&aacute;cil. J&aacute; se imaginou a criar aplica&ccedil;&otilde;es para dar suporte a todas estas hip&oacute;teses? Quais os custos de implementa&ccedil;&atilde;o e de manuten&ccedil;&atilde;o que uma escolha desta acarreta? Numa &eacute;poca de tanta indefini&ccedil;&atilde;o e de tantas mudan&ccedil;as, h&aacute; que optar por algo mais universal. Para al&eacute;m disso n&atilde;o nos podemos esquecer que a maior fatia do mercado est&aacute; ainda nos telem&oacute;veis.</span>
</p>
<p style="text-align: center">
	<img alt="linkedin mobile" src="http://images.intomobile.com/wp-content/uploads/2008/02/linkedin-mobile-site-iphone.jpg" />
</p>
</p>
<p>
	Tomemos como exemplo o Facebook. Esta rede social conta com n&uacute;meros absolutamente fant&aacute;sticos e regra geral os seus movimentos estrat&eacute;gicos s&atilde;o bem calculados. O Facebook tem duas aplica&ccedil;&otilde;es nativas: iOS e Android. Estas aplica&ccedil;&otilde;es foram desenhadas para uma melhor integra&ccedil;&atilde;o com os dispositivos e abrangem uma importante fatia de utilizadores de smartphones e tablets. Conscientes deste movimento podiam simplesmente ficar-se por aqui, mas n&atilde;o o fizeram.
</p>
<p>
	<span class="Apple-style-span">Numa estrat&eacute;gia bastante mais abrangente criaram uma vers&atilde;o do site optimizada para mobile. Desta forma qualquer utilizador que aceda ao Facebook a partir da internet do seu telem&oacute;vel pode navegar correctamente no site. Posto isto, a rede social n&atilde;o est&aacute; a excluir ningu&eacute;m. Quando decidir partir para o universo mobile com a sua empresa a sugest&atilde;o que deixamos &eacute; a seguinte: n&atilde;o implemente numa primeira fase aplica&ccedil;&otilde;es.</span>
</p>
<p>
	<span class="Apple-style-span">Construa uma vers&atilde;o mobile dos seus sites e acompanhe a evolu&ccedil;&atilde;o dos mesmos. Conhe&ccedil;a quais os tipos de dispositivos que acedem &agrave; vers&atilde;o mobile e as respectivas caracter&iacute;sticas. Para al&eacute;m de ter uma solu&ccedil;&atilde;o mais econ&oacute;mica est&aacute; tamb&eacute;m a abranger todos os utilizadores. Esta vers&atilde;o deve ser rica e objectiva em termos de conte&uacute;do, por&eacute;m n&atilde;o se esque&ccedil;a que os dados de internet mobile s&atilde;o caros e preciosos. Assim, exclua elementos flash. Para al&eacute;m de n&atilde;o serem suportados por dispositivos Apple, s&atilde;o tamb&eacute;m elementos pesados.</span>
</p>
<p>
	<span class="Apple-style-span">Com esta estrat&eacute;gia consegue ter uma gest&atilde;o mais eficaz do seu or&ccedil;amento e evita preocupa&ccedil;&otilde;es com a manuten&ccedil;&atilde;o das v&aacute;rias aplica&ccedil;&otilde;es. Se por ventura os acessos atrav&eacute;s de dispositivos m&oacute;veis tiverem um crescimento acentuado e cujo retorno justifica uma experi&ecirc;ncia mais integrada com o sistema operativo, ent&atilde;o a&iacute; avance para as aplica&ccedil;&otilde;es. A passagem para este mundo deve ser feita de forma meticulosa a inclusiva. Se tudo for feito de forma estruturada e pensada certamente ser&aacute; bem sucedido.</span>
</p>
<p>
	<span class="Apple-style-span"><br />
	</span>
</p>
<p>
	&nbsp;</p>
<div class="shr-publisher-921"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><div class='shareaholic-like-buttonset' style='float:none;height:30px;'><a class='shareaholic-fblike' data-shr_layout='standard' data-shr_showfaces='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fblog.ptws.pt%2Fconvidados%2Fsuporte-mobile.html' data-shr_title='Suporte+Mobile'></a><a class='shareaholic-googleplusone' data-shr_size='standard' data-shr_count='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fblog.ptws.pt%2Fconvidados%2Fsuporte-mobile.html' data-shr_title='Suporte+Mobile'></a><a class='shareaholic-tweetbutton' data-shr_count='none' data-shr_href='http%3A%2F%2Fblog.ptws.pt%2Fconvidados%2Fsuporte-mobile.html' data-shr_title='Suporte+Mobile'></a></div><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic -->]]></content:encoded>
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		<title>Google Analytics, já usa?</title>
		<link>http://blog.ptws.pt/convidados/google-analytics-ja-usa.html</link>
		<comments>http://blog.ptws.pt/convidados/google-analytics-ja-usa.html#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 30 Jun 2011 09:03:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Densinet</dc:creator>
				<category><![CDATA[Convidados e Opiniões]]></category>

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		<description><![CDATA[Tem um site. &#201; o menino dos seus olhos e orgulha-se dele. Os seus amigos afirmam que agora &#233; que a sua empresa vai para vingar e que se abriu para o mundo. Sabe quantas pessoas visitam o seu site? Sabe de onde eles v&#234;m? A que horas tem mais acessos? Qual o pa&#237;s que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p>
	<span>Tem um site. &Eacute; o menino dos seus olhos e orgulha-se dele. Os seus amigos afirmam que agora &eacute; que a sua empresa vai para vingar e que se abriu para o mundo. Sabe quantas pessoas visitam o seu site? Sabe de onde eles v&ecirc;m? A que horas tem mais acessos? Qual o pa&iacute;s que mais procura pelos seus servi&ccedil;os?</span>
</p>
<p>
	<span>Se ainda possui um daqueles contadores gratuitos que apresentam a quem visita a sua p&aacute;gina o n&uacute;mero total de visitas que j&aacute; teve, est&aacute; na hora de entrar no s&eacute;culo XXI. Antes de mais remova o contador, que essa ferramenta j&aacute; n&atilde;o se usa h&aacute; muito.</span> <span>Conhece o Google? Tem a no&ccedil;&atilde;o que &eacute; o motor de busca mais utilizado universalmente? Pois bem, a Google n&atilde;o disponibiliza apenas o motor de busca. A Google tem um produto que &eacute; essencial para todos aqueles que possuem websites e que pretendem retirar dele o maior retorno poss&iacute;vel.</span>
</p>
<p style="text-align: center">
	<img alt="Google Analytics" src="http://www.rodrigochagas.com.br/wp-content/uploads/2010/05/google-analytics-ss1.png" /><span id="more-927"></span>
</p>
</p>
<p>
	<span>Esse produto ou ferramenta, chama-se Google Analytics. O Analytics &eacute; uma ferramenta de monitoriza&ccedil;&atilde;o de tr&aacute;fego e de visitas. &Eacute; praticamente o Big Brother nas suas p&aacute;ginas e pode ajud&aacute;-lo a corrigir erros que pode ter cometido ou ent&atilde;o a ter informa&ccedil;&atilde;o preciosa para adequar a sua presen&ccedil;a online a quem o procura.</span> <span>Para que possa utilizar o Analytics deve possuir uma conta Google e aceder a<span> </span><a href="http://analytics.google.com" target="_blank" title="Google Analytics">http://analytics.google.com</a>. Registe-se e conhe&ccedil;a o produto atrav&eacute;s dos passos de introdu&ccedil;&atilde;o que lhe s&atilde;o apresentados. Estes passos cont&ecirc;m informa&ccedil;&atilde;o relevante para quem nunca teve contacto com esta ferramenta. Depois de ter no&ccedil;&atilde;o da utilidade dele, preencha o formul&aacute;rio apresentado. Para tal ter&aacute; que fornecer o url da homepage, escolher o fuso hor&aacute;rio que pretende utilizar e indicar qual o nome que pretende dar ao perfil criado. Uma vez preenchidos estes dados ser-lhe-&aacute; disponibilizado um script que deve colocar antes do fim do elemento head da p&aacute;gina (antes da seguinte tag: &lt;/head&gt;).</span>
</p>
<p>
	<span>Ap&oacute;s ter colocado o script em todas as p&aacute;ginas que pretende monitorizar efectue a verifica&ccedil;&atilde;o no seu perfil do Analytics. Se tudo tiver corrido bem ele come&ccedil;ar&aacute; a recolher os dados. Os dados recolhidos s&atilde;o compilados em forma de estat&iacute;sticas di&aacute;rias que lhe permitem conhecer o perfil completo do visitante. Se por ventura for tamb&eacute;m utilizador dos servi&ccedil;os Google Adsense ou Google Adwords pode tamb&eacute;m ficar a saber qual o desempenho que est&aacute; a ter, por&eacute;m esse tema n&atilde;o ser&aacute; aborado aqui.</span> <span>J&aacute; com o script instalado &eacute; hora de conhecer o ecr&atilde; inicial. Este mostra um gr&aacute;fico onde os dados se referem aos &uacute;ltimos trinta dias. O gr&aacute;fico mostra por omiss&atilde;o a evolu&ccedil;&atilde;o das visitas ao longo dos per&iacute;odos temporarais definidos e que podem ser configurados atrav&eacute;s dos calend&aacute;rios das datas.</span>
</p>
</p>
<p>
	<span>Para al&eacute;m das visitas s&atilde;o mostrados o n&uacute;mero de p&aacute;ginas vistas no total, a m&eacute;dia de p&aacute;ginas vistas por visita, a taxa de rejei&ccedil;&atilde;o ( percentagem de visitantes que abandona o site ap&oacute;s o primeiro contacto ), o tempo m&eacute;dio da visita e a percentagem de novas visitas. Para al&eacute;m destes dados &eacute; lhe mostrado em forma de gr&aacute;fico as fontes de tr&aacute;fego e um mapa com a cobertura regional dos visitantes.</span> <span>Os dados mais importantes s&atilde;o a evolu&ccedil;&atilde;o das visitas, o tempo m&eacute;dio no site e respectivas p&aacute;ginas vistas e tamb&eacute;m quais as fontes de tr&aacute;fego. Quanto maior for o n&uacute;mero de visitas melhor est&aacute; a ser o seu desempenho. Para tal deve analisar quais as principais fontes de tr&aacute;fego e trabalhar para ser consistente em todas. Tipicamente elas v&ecirc;m dos seguintes grupos: tr&aacute;fego directo, motores de busca, redes sociais e rss feeds (caso possua).</span>
</p>
<p>
	<span>No que diz respeito &agrave;s visitas atrav&eacute;s do Google, o Analytics mostra-lhe quais foram as palavras ou express&otilde;es pesquisadas e que lhe trouxeram o visitante. Este dado &eacute; importante para perceber qual o segmento de pessoas onde o seu site est&aacute; a ser melhor sucedido. Se por ventura as express&otilde;es que originam as visitas n&atilde;o forem aquelas que pretendia, ent&atilde;o talvez deva rever o conte&uacute;do do seu site.</span> <span>Ao n&iacute;vel dos visitantes o Analytics permite-lhe avaliar qual o grau de fideliza&ccedil;&atilde;o deles, podendo verificar se as visitas s&atilde;o espont&acirc;neas ou s&atilde;o regulares. Se possuir um site onde o conte&uacute;do &eacute; valorizado e pretende ter uma massa de leitores constantes ent&atilde;o este dado &eacute; essencial Para verificar este dado aceda ao menu Fidelidade do Visitante da &aacute;rea Visitantes.</span>
</p>
<p>
	<span>Ainda sobre as visitas, &eacute; poss&iacute;vel conhecer quais as horas de pico de acesso ao site atrav&eacute;s da &aacute;rea Tend&ecirc;ncias do Visitante. Aqui pode consultar qual o volume de visitas por hora. Este dado d&aacute;-lhe o padr&atilde;o de acessos e pode ser &uacute;til para programar opera&ccedil;&otilde;es espec&iacute;ficas para horas chave do dia.</span> <span>Se lhe interessa perceber de que pa&iacute;ses s&atilde;o os seus visitantes ent&atilde;o nada como consultar a Cobertura Regional. Esta funcionalidade fornece-lhe a cobertura por pa&iacute;s e por regi&otilde;es de cada um. Se possuir um site que difere de regi&atilde;o para regi&atilde;o, imaginemos o caso das compras colectivas, ent&atilde;o este dado &eacute; muito relevante. Se as visitas internacionais n&atilde;o lhe trouxerem valor acrescentado e representarem um grande volume de tr&aacute;fego, pode ter aqui a consci&ecirc;ncia total desse facto e pode tomar decis&otilde;es de forma consciente e fundamentada por estes dados.</span>
</p>
<p>
	<span>Depois disto, o conselho que fica &eacute; que se n&atilde;o possui nenhuma ferramenta de monitoriza&ccedil;&atilde;o de tr&aacute;fego, devia ter. Existem outras, por&eacute;m o Google Analytics &eacute; t&atilde;o poderoso que deve ser aquela em primeiro lugar na sua mente. Para al&eacute;m disso &eacute; gratuita. Utilize os dados fornecidos e potencie o seu espa&ccedil;o na web.</span> <span>Com informa&ccedil;&atilde;o conseguimos tomar decis&otilde;es de forma mais consciente. Este produto &eacute; utilizado por milh&otilde;es de webmasters e tem sido aperfei&ccedil;oado ao longo do tempo. Fa&ccedil;a como eles e tenham acesso a informa&ccedil;&atilde;o vital sobre o seu espa&ccedil;o virtual.</span></p>
<div class="shr-publisher-927"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><div class='shareaholic-like-buttonset' style='float:none;height:30px;'><a class='shareaholic-fblike' data-shr_layout='standard' data-shr_showfaces='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fblog.ptws.pt%2Fconvidados%2Fgoogle-analytics-ja-usa.html' data-shr_title='Google+Analytics%2C+j%C3%A1+usa%3F'></a><a class='shareaholic-googleplusone' data-shr_size='standard' data-shr_count='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fblog.ptws.pt%2Fconvidados%2Fgoogle-analytics-ja-usa.html' data-shr_title='Google+Analytics%2C+j%C3%A1+usa%3F'></a><a class='shareaholic-tweetbutton' data-shr_count='none' data-shr_href='http%3A%2F%2Fblog.ptws.pt%2Fconvidados%2Fgoogle-analytics-ja-usa.html' data-shr_title='Google+Analytics%2C+j%C3%A1+usa%3F'></a></div><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic -->]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O seu site é rápido?</title>
		<link>http://blog.ptws.pt/convidados/o-seu-site-e-rapido.html</link>
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		<pubDate>Tue, 14 Jun 2011 15:24:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Densinet</dc:creator>
				<category><![CDATA[Convidados e Opiniões]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Sabe qual &#233; o tempo de toler&#226;ncia m&#225;xima que um utilizador tem &#224; espera que um site carregue? 4 segundos. Ao fim deste espa&#231;o temporal a paci&#234;ncia come&#231;a a esgotar-se. Hoje cada vez mais s&#227;o utilizados gestores de conte&#250;dos e frameworks que auxiliam bastante na produ&#231;&#227;o de sites mas ser&#225; que s&#227;o de facto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p>
	&nbsp; <span>Sabe qual &eacute; o tempo de toler&acirc;ncia m&aacute;xima que um utilizador tem &agrave; espera que um site carregue? 4 segundos. Ao fim deste espa&ccedil;o temporal a paci&ecirc;ncia come&ccedil;a a esgotar-se. Hoje cada vez mais s&atilde;o utilizados gestores de conte&uacute;dos e frameworks que auxiliam bastante na produ&ccedil;&atilde;o de sites mas ser&aacute; que s&atilde;o de facto eficientes?</span>
</p>
<p>
	<span>Quanto mais nos abstrairmos do processo de produ&ccedil;&atilde;o de um site menos controlo temos sobre ele. Existem v&aacute;rios pormenores que influenciam o desempenho das p&aacute;ginas e que raramente s&atilde;o tidos em conta. Ter um site r&aacute;pido n&atilde;o &eacute; luxo, &eacute; cada vez mais uma obriga&ccedil;&atilde;o. Muitas das vezes em nome de uma interface mais espectacular usamos e abusamos dos elementos gr&aacute;ficos que achamos que enriquecem a experi&ecirc;ncia. Regra geral a utiliza&ccedil;&atilde;o destes items de forma exagerada &eacute; prejudicial.</span>&nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;
</p>
<p>
	&nbsp;
</p>
<p style="text-align: center">
	<img alt="speedmeter" src="http://www.clker.com/cliparts/v/c/U/J/W/e/speedmeter-md.png" />
</p>
<p style="text-align: center">
	<span id="more-915"></span>
</p>
<p>
	&nbsp; &nbsp;
</p>
<h2>
	<span><strong>Processo de optimiza&ccedil;&atilde;o</strong></span><br />
</h2>
<p>
	<span>O site que possui &eacute; est&aacute;tico ou efectua acessos &agrave; base de dados? Se for um site din&acirc;mico o processo de optimiza&ccedil;&atilde;o inicia-se na an&aacute;lise do c&oacute;digo da camada de acesso a dados e na forma como estes s&atilde;o guardados. Analise das tabelas e as suas rela&ccedil;&otilde;es. Verifique que os dados est&atilde;o a ser armazenados no formato correcto. Para al&eacute;m disso crie &iacute;ndices nos campos onde incidem as pesquisas. Uma vez assegurado que a estrutura de dados se encontra correctamente modelada, h&aacute; que olhar para as queries que s&atilde;o feitas.</span> <span>&Eacute; frequente obtermos tempos de reposta superiores a um segundo na obten&ccedil;&atilde;o dos dados se n&atilde;o formos cuidados na implementa&ccedil;&atilde;o do c&oacute;digo SQL.</span>
</p>
<p>
	<span>Para efectuar uma an&aacute;lise correcta do desempenho do acesso aos dados utilize uma ferramenta de profiling e veja quais as queries que demoram mais tempo a serem executadas. Foque-se nelas e tente perceber o que est&aacute; a causar os bottlenecks. A utiliza&ccedil;&atilde;o de tabelas tempor&aacute;rias, cursores ou incidir em campos que n&atilde;o est&atilde;o indexados, s&atilde;o regra geral factores a evitar quando se efectua o acesso aos dados.</span> <span>Ainda nos sites din&acirc;micos ou nas aplica&ccedil;&otilde;es web, para al&eacute;m da base de dados existe o c&oacute;digo servidor. Este c&oacute;digo &eacute; executado antes de a p&aacute;gina ser devolvida para o cliente e ser apresentada no browser. Este c&oacute;digo &eacute; tamb&eacute;m pass&iacute;vel de optimiza&ccedil;&otilde;es e devem ser feitas tendo em conta os elementos que potencialmente mais atrasam a execu&ccedil;&atilde;o: ciclos, excep&ccedil;&otilde;es e processamento de dados.</span>
</p>
<p>
	<span>Os ciclos s&atilde;o, a par do processamento de dados ( convers&otilde;es, transforma&ccedil;&otilde;es, valida&ccedil;&otilde;es ), grandes consumidores de recursos e s&atilde;o opera&ccedil;&otilde;es que normalmente t&ecirc;m um tempo de processamento elevado. Sempre que estiver na presen&ccedil;a de um perca tempo a perceber todas as opera&ccedil;&otilde;es que s&atilde;o executadas. &Eacute; frequente os bottlenecks das aplica&ccedil;&otilde;es estarem nestes tro&ccedil;os de c&oacute;digo.</span> <span>O tratamento de excep&ccedil;&otilde;es &eacute; tamb&eacute;m fundamental.</span>
</p>
<p>
	<span>No processo de programa&ccedil;&atilde;o deve ter em conta as excep&ccedil;&otilde;es que podem ocorrer nas instru&ccedil;&otilde;es digitadas e efectuar o tratamento adequado. Uma das excep&ccedil;&otilde;es mais frequentes est&aacute; relacionada com o tempo de acesso &agrave;s bases de dados.</span> <span>Se a liga&ccedil;&atilde;o demorar demasiado tempo ou ent&atilde;o n&atilde;o existir possibilidade de efectuar mais liga&ccedil;&otilde;es, ocorre uma excep&ccedil;&atilde;o.</span>
</p>
<p>
	<span>Outra medida de optimiza&ccedil;&atilde;o que deve ser tida em conta quando s&atilde;o efectuadas liga&ccedil;&otilde;es a bases de dados ou na utiliza&ccedil;&atilde;o de webservices, &eacute; a utiliza&ccedil;&atilde;o de uma pool de liga&ccedil;&otilde;es. A opera&ccedil;&atilde;o da cria&ccedil;&atilde;o do objecto que permite a comunica&ccedil;&atilde;o &eacute; bastante pesada. O recurso a uma pool de v&aacute;rias inst&acirc;ncias destes objectos poupa o tempo da cria&ccedil;&atilde;o, resultando numa melhor efic&aacute;cia.</span> <span>Verificados a base de dados e o c&oacute;digo do lado do servidor, resta analisar a parte do cliente.</span>
</p>
<p>
	<span>Existem tr&ecirc;s factores a ter em conta: CSS, Javascript e Imagens. Se tiver uma grande quantidade de ficheiros a serem descarregados, tente combin&aacute;-los num. &Eacute; certo que a unifica&ccedil;&atilde;o resultar&aacute; num ficheiro de maiores dimens&otilde;es, por&eacute;m os mecanismos de cache dos browsers permitir&atilde;o que uma vez tendo este ficheiro sido carregado, ele n&atilde;o o ser&aacute; no futuro. Para al&eacute;m deve minimizar os ficheiros de JS e CSS. A poupan&ccedil;a de espa&ccedil;o relacionada com a utiliza&ccedil;&atilde;o de um menor n&uacute;mero de caracteres vai melhorar o desempenho.</span>
</p>
<p>
	<span>No que diz respeito &agrave;s imagens, tente utilizar sprites. Uma sprite &eacute; uma imagem composta por v&aacute;rias imagens. A utiliza&ccedil;&atilde;o das sprites &eacute; feita para as imagens de base do site ( logotipos, s&iacute;mbolos ). Ap&oacute;s ter combinado todas as imagens numa, &eacute; ent&atilde;o poss&iacute;vel utiliz&aacute;-las atrav&eacute;s do mecanismo de coordenadas contemplado nas CSS. Para al&eacute;m de reduzir o n&uacute;mero de pedidos feitos ao servidor, est&aacute; tamb&eacute;m a utilizar de forma mais eficaz a cache dos browsers.</span>
</p>
<p>
	<span>Para al&eacute;m da jun&ccedil;&atilde;o e da minimiza&ccedil;&atilde;o dos ficheiros de javascript, a inclus&atilde;o dos mesmos deve ser feita sempre que poss&iacute;vel no fim da p&aacute;gina &#8211; idealmente antes do fim da tag body. Este mecanismo promove a eventual execu&ccedil;&atilde;o de c&oacute;digo apenas ap&oacute;s o fim do carregamento do html das p&aacute;ginas.</span>
</p>
<p>
	<span><img alt="page speed" src="http://www.teknobites.com/wp-content/uploads/2009/06/page-speed.png" /></span>
</p>
<h2>
	&nbsp;<br />
</h2>
<h2>
	<span><strong>Conclus&atilde;o</strong></span><br />
</h2>
<p>
	<span>Os motores de busca e os utilizadores s&atilde;o cada vez mais exigentes. Tendo em conta a variedade existentes na internet &eacute; fundamental que nos distanciemos da concorr&ecirc;ncia. O desempenho do site &eacute; um dos factores diferenciadores mais relevantes e sobre o qual devem recair mais cuidados. Sempre que se visita uma p&aacute;gina lenta a paci&ecirc;ncia tende a esgotar. Se na primeira visita ainda pode ser dado o benef&iacute;cio da d&uacute;vida, &agrave; segunda o utilizador &eacute; perdido.</span>
</p>
<p>
	<span>Se nos preocupamos nas empresas em dar uma excelente imagem a quem tem contacto com ela, na internet essa preocupa&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m deve estar presente.</span> <span>Analise o seu site e recorra a ferramentas dispon&iacute;veis na internet para an&aacute;lise de desempenho. O Google disponibiliza a ferramenta Page Speed, onde para al&eacute;m de efectuar a an&aacute;lise de desempenho lhe d&aacute; dicas para melhorar. Aproveite a informa&ccedil;&atilde;o disponibilizada por eles. Existem alguns items que s&atilde;o complicados de conseguir como &eacute; o caso dos CDN ( content delievery networks ), por&eacute;m existem outros mais simples e que far&atilde;o toda a diferen&ccedil;a.</span></p>
<div class="shr-publisher-915"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><div class='shareaholic-like-buttonset' style='float:none;height:30px;'><a class='shareaholic-fblike' data-shr_layout='standard' data-shr_showfaces='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fblog.ptws.pt%2Fconvidados%2Fo-seu-site-e-rapido.html' data-shr_title='O+seu+site+%C3%A9+r%C3%A1pido%3F'></a><a class='shareaholic-googleplusone' data-shr_size='standard' data-shr_count='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fblog.ptws.pt%2Fconvidados%2Fo-seu-site-e-rapido.html' data-shr_title='O+seu+site+%C3%A9+r%C3%A1pido%3F'></a><a class='shareaholic-tweetbutton' data-shr_count='none' data-shr_href='http%3A%2F%2Fblog.ptws.pt%2Fconvidados%2Fo-seu-site-e-rapido.html' data-shr_title='O+seu+site+%C3%A9+r%C3%A1pido%3F'></a></div><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic -->]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Como usar um Web Disk em Linux (Webdisk)</title>
		<link>http://blog.ptws.pt/sysadmin/sysadmin-linux/como-usar-um-web-disk-em-linux-webdisk.html</link>
		<comments>http://blog.ptws.pt/sysadmin/sysadmin-linux/como-usar-um-web-disk-em-linux-webdisk.html#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 04 Feb 2011 04:34:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mente Binária</dc:creator>
				<category><![CDATA[Convidados e Opiniões]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[alojamento web]]></category>
		<category><![CDATA[Clientes PTWS]]></category>
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		<category><![CDATA[disco web]]></category>
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		<description><![CDATA[Aceitei o convite de Carlos Santos, da PTWS Alojamento Web, para partilhar um pouco da minha experi&#234;ncia, com um artigo que explicasse como implementei no meu sistema Linux o acesso directo aos alojamentos, afim de poder trabalhar mais eficientemente nos meus websites. A&#160;PTWS Alojamento Web&#160;disponibiliza, atrav&#233;s do cPanel, a op&#231;&#227;o &#8220;Web Disk&#8221;, que n&#227;o &#233; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p><a href="http://blog.ptws.pt/wp-content/uploads/2011/02/webdav.png"><img align="left" alt="webdav - disco web conceito" class="alignleft size-full wp-image-809" height="188" hspace="3" src="http://blog.ptws.pt/wp-content/uploads/2011/02/webdav.png" title="webdav - disco web conceito" vspace="3" width="200" /></a><span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial,Verdana; font-size: 14px; line-height: 20px;">Aceitei o convite de <a href="http://www.ptws.pt/acerca/a-equipa-ptws-193.html" target="_blank" title="PTWS Alojamento Web - um parceir sempre ao seu lado">Carlos Santos</a>, da <strong><a href="http://www.ptws.pt" target="_blank" title="PTWS Alojamento Web e Lojas Online">PTWS Alojamento Web</a></strong>, para partilhar um pouco da minha experi&ecirc;ncia, com um artigo que explicasse como implementei no meu sistema Linux o acesso directo aos alojamentos, afim de poder trabalhar mais eficientemente nos meus websites.</span></p>
<p style="margin: 0px 0px 10px; padding: 0px; border-width: 0px; font-weight: inherit; font-style: inherit; font-size: 14px; font-family: inherit; vertical-align: baseline;"><span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial,Verdana; font-size: 14px; line-height: 20px;">A&nbsp;<strong><a href="http://www.ptws.pt" target="_blank" title="PTWS Alojamento Web e Lojas Online">PTWS Alojamento Web</a></strong>&nbsp;disponibiliza, atrav&eacute;s do <a href="http://cpanel.net" target="_blank">cPanel</a>, a op&ccedil;&atilde;o &ldquo;<strong>Web Disk</strong>&rdquo;, que n&atilde;o &eacute; mais que uma implementa&ccedil;&atilde;o do protocolo <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/WebDAV" target="_blank"><strong>WebDAV</strong></a>. Esta op&ccedil;&atilde;o permite a um ou mais utilizadores ter, de forma f&aacute;cil e segura, acesso ao seu espa&ccedil;o de alojamento.</span></p>
<p style="margin: 0px 0px 10px; padding: 0px; border-width: 0px; font-weight: inherit; font-style: inherit; font-size: 14px; font-family: inherit; vertical-align: baseline;"><span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial,Verdana; font-size: 14px; line-height: 20px;">Dependendo se pretende apenas fazer altera&ccedil;&otilde;es pontuais ou modifica&ccedil;&otilde;es regulares, poder&aacute; optar mais adiante pelo passo 2-A ou 2-B, respectivamente.</span></p>
<p style="margin: 0px 0px 10px; padding: 0px; border-width: 0px; font-weight: inherit; font-style: inherit; font-size: 14px; font-family: inherit; vertical-align: baseline;"><span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial,Verdana; font-size: 14px; line-height: 20px;">Este <strong>mini-guia</strong> parte do princ&iacute;pio que o utilizador tem algumas no&ccedil;&otilde;es de Internet e do sistema operativo Linux. Se tiver dificuldades em realizar alguma opera&ccedil;&atilde;o, apresente a sua quest&atilde;o no f&oacute;rum&nbsp;<strong><a href="http://www.ptws.pt" target="_blank" title="PTWS Alojamento Web e Lojas Online">PTWS Alojamento Web</a></strong>, onde facilmente obter&aacute; ajuda.</span></p>
<p style="margin: 0px 0px 10px; padding: 0px; border-width: 0px; font-weight: inherit; font-style: inherit; font-size: 14px; font-family: inherit; vertical-align: baseline;"><span id="more-804"></span></p>
<h3 class="title" style="margin: 0px 0px 2px; padding: 0px; border-width: 0px; font-weight: bold; font-style: inherit; font-size: 16px; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; vertical-align: baseline; color: rgb(74, 72, 72); line-height: 22px;">&nbsp;</h3>
<h3 class="title" style="margin: 0px 0px 2px; padding: 0px; border-width: 0px; font-weight: bold; font-style: inherit; font-size: 16px; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; vertical-align: baseline; color: rgb(74, 72, 72); line-height: 22px;"><span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial,Verdana; line-height: 20px;">1. Criar acesso WebDAV</span></h3>
<p style="margin: 0px 0px 10px; padding: 0px; border-width: 0px; font-weight: inherit; font-style: inherit; font-size: 14px; font-family: inherit; vertical-align: baseline;"><span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial,Verdana; line-height: 20px;"><span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial,Verdana,sans-serif; line-height: normal; font-size: 12px;"><a href="http://blog.ptws.pt/wp-content/uploads/2011/02/cPanel_webdisk.png"><img align="right" alt="cPanel web disk na PTWS" class="alignright size-medium wp-image-814" height="102" hspace="3" src="http://blog.ptws.pt/wp-content/uploads/2011/02/cPanel_webdisk-300x102.png" title="cPanel_webdisk" vspace="3" width="300" /></a></span></span></p>
<p style="margin: 0px 0px 10px; padding: 0px; border-width: 0px; font-weight: inherit; font-style: inherit; font-size: 14px; font-family: inherit; vertical-align: baseline;"><span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial,Verdana; line-height: 20px;">Comece por aceder ao <strong>cPanel</strong> do seu alojamento. J&aacute; na p&aacute;gina principal, clique no item &ldquo;<strong>Web Disk</strong>&rdquo;.</span></p>
<p style="margin: 0px 0px 10px; padding: 0px; border-width: 0px; font-weight: inherit; font-style: inherit; font-size: 14px; font-family: inherit; vertical-align: baseline;"><span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial,Verdana; line-height: 20px;">A cria&ccedil;&atilde;o de uma conta <strong>WebDAV</strong> &eacute; semelhante &agrave; cria&ccedil;&atilde;o de uma conta de Email ou FTP: indique o novo nome de utilizador e senha, e defina a pasta de acesso. Tenha em aten&ccedil;&atilde;o que, por defeito, este utilizador ter&aacute; acesso &agrave; pasta definida e todas as respectivas subpastas!</span></p>
<p style="margin: 0px 0px 10px; padding: 0px; border-width: 0px; font-weight: inherit; font-style: inherit; font-size: 14px; font-family: inherit; vertical-align: baseline;"><span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial,Verdana; line-height: 20px;">Ap&oacute;s gravar a nova conta, e ainda na p&aacute;gina &ldquo;<strong>Web Disk</strong>&rdquo;, clique no bot&atilde;o &ldquo;<strong>Aceder a Web Disk</strong>&rdquo;, na mesma linha da conta agora rec&eacute;m-criada. Na p&aacute;gina que surge de seguida, seleccione a op&ccedil;&atilde;o &ldquo;<strong>Nautilus</strong>&rdquo; e tome nota do endere&ccedil;o que &eacute; indicado acima &#8211; recomendo mesmo que copie e cole num ficheiro de texto, pois ser-lhe-&aacute; necess&aacute;rio mais vezes.<br />
	</span></p>
<p style="margin: 0px 0px 10px; padding: 0px; border-width: 0px; font-weight: inherit; font-style: inherit; font-size: 14px; font-family: inherit; vertical-align: baseline;"><span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial,Verdana; line-height: 20px;">Nesta altura j&aacute; dever&aacute; ter dispon&iacute;vel um acesso <strong>WebDAV</strong>. Passo de seguida a explicar como poder&aacute; usufruir desta funcionalidade: para a testar ou fazer uso ocasional, opte pelo m&eacute;todo 2-A; para uso frequente, recomendo o m&eacute;todo 2-B. Note que para usar o m&eacute;todo 2-B necessita de ter acesso &ldquo;root&rdquo; ou &ldquo;sudo&rdquo; ao seu sistema.</span></p>
<p style="margin: 0px 0px 10px; padding: 0px; border-width: 0px; font-weight: inherit; font-style: inherit; font-size: 14px; font-family: inherit; vertical-align: baseline;">&nbsp;</p>
<h3 class="title" style="margin: 0px 0px 2px; padding: 0px; border-width: 0px; font-weight: bold; font-style: inherit; font-size: 16px; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; vertical-align: baseline; color: rgb(74, 72, 72); line-height: 22px;">2-A. Aceder ao &ldquo;Web Disk&rdquo; atrav&eacute;s da aplica&ccedil;&atilde;o &ldquo;Nautilus&rdquo;</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="margin: 0px 0px 10px; padding: 0px; border-width: 0px; font-weight: inherit; font-style: inherit; font-size: 14px; font-family: inherit; vertical-align: baseline;"><span class="Apple-style-span" style="font-size: 12px;"><a href="http://blog.ptws.pt/wp-content/uploads/2011/02/nautilus_connect.png"><img align="left" alt="Aplicação Nautilus - Ligar ao Web Disk" class="alignleft size-medium wp-image-815" height="290" hspace="3" src="http://blog.ptws.pt/wp-content/uploads/2011/02/nautilus_connect-300x290.png" title="nautilus_connect" vspace="3" width="300" /></a></span>Abra o &ldquo;<strong>Nautilus</strong>&rdquo; e escolha a op&ccedil;&atilde;o &ldquo;<strong>Ligar a Servidor&#8230;</strong>&rdquo; do menu &ldquo;<strong>Ficheiro</strong>&rdquo;.</p>
<p style="margin: 0px 0px 10px; padding: 0px; border-width: 0px; font-weight: inherit; font-style: inherit; font-size: 14px; font-family: inherit; vertical-align: baseline;">Na janela, seleccione a op&ccedil;&atilde;o &ldquo;<strong>WebDAV seguro</strong>&rdquo; e indique o servidor e porta. Deixe os restantes campos por preencher e clique em &ldquo;<strong>Ligar</strong>&rdquo;. Indique agora o utilizador e senha, e clique novamente em &ldquo;Ligar&rdquo;. Se tudo correu bem at&eacute; aqui, dever&aacute; poder aceder imediatamente ao espa&ccedil;o de alojamento.</p>
<p style="margin: 0px 0px 10px; padding: 0px; border-width: 0px; font-weight: inherit; font-style: inherit; font-size: 14px; font-family: inherit; vertical-align: baseline;">As <strong>vantagens</strong> deste m&eacute;todo s&atilde;o a <strong>simplicidade e facilidade de uso</strong>. Em contrapartida, apenas o pr&oacute;prio &ldquo;<strong>Nautilus</strong>&rdquo; pode fazer uso da liga&ccedil;&atilde;o, e certas funcionalidades (como defini&ccedil;&atilde;o de permiss&otilde;es) n&atilde;o estar&atilde;o dispon&iacute;veis.</p>
<p style="margin: 0px 0px 10px; padding: 0px; border-width: 0px; font-weight: inherit; font-style: inherit; font-size: 14px; font-family: inherit; vertical-align: baseline;">&nbsp;</p>
<h3 class="title" style="margin: 0px 0px 2px; padding: 0px; border-width: 0px; font-weight: bold; font-style: inherit; font-size: 16px; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; vertical-align: baseline; color: rgb(74, 72, 72); line-height: 22px;"><span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; color: rgb(34, 34, 34); font-family: Arial,Verdana; line-height: 20px;">2-B. Montar &ldquo;Web Disk&rdquo; no sistema de ficheiros</span></h3>
<h4 class="title" style="margin: 0px 0px 2px; padding: 0px; border-width: 0px; font-weight: bold; font-style: inherit; font-size: 14px; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; vertical-align: baseline; color: rgb(74, 72, 72); line-height: 22px;"><span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; color: rgb(34, 34, 34); font-family: Arial,Verdana; line-height: 20px;">2-B-1. Instalar &ldquo;davfs2&rdquo;</span></h4>
<p>&nbsp;</p>
<p style="margin: 0px 0px 10px; padding: 0px; border-width: 0px; font-weight: inherit; font-style: inherit; font-size: 14px; font-family: inherit; vertical-align: baseline;"><span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; color: rgb(34, 34, 34); font-family: Arial,Verdana; line-height: 20px;">Abra uma janela de terminal e execute o seguinte comando:<br />
	&nbsp;&nbsp;&nbsp;<span style="background-color: lime;">sudo apt-get install davfs2</span><br />
	Poder&aacute; tamb&eacute;m usar outra aplica&ccedil;&atilde;o, como o Synaptic, para fazer a instala&ccedil;&atilde;o.</span></p>
<h4 class="title" style="margin: 0px 0px 2px; padding: 0px; border-width: 0px; font-weight: bold; font-style: inherit; font-size: 14px; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; vertical-align: baseline; color: rgb(74, 72, 72); line-height: 22px;"><span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; color: rgb(34, 34, 34); font-family: Arial,Verdana; line-height: 20px;">2-B-2. Preparar sistema</span></h4>
<p style="margin: 0px 0px 10px; padding: 0px; border-width: 0px; font-weight: inherit; font-style: inherit; font-size: 14px; font-family: inherit; vertical-align: baseline;"><span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; color: rgb(34, 34, 34); font-family: Arial,Verdana; line-height: 20px;">Fazer o &ldquo;setuid&rdquo; do execut&aacute;vel:<br />
	&nbsp;&nbsp;&nbsp;<span style="background-color: lime;">sudo chmod u+s /usr/sbin/mount.davfs</span></span></p>
<p style="margin: 0px 0px 10px; padding: 0px; border-width: 0px; font-weight: inherit; font-style: inherit; font-size: 14px; font-family: inherit; vertical-align: baseline;"><span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; color: rgb(34, 34, 34); font-family: Arial,Verdana; line-height: 20px;">Adicionar o utilizador de sistema ao grupo necess&aacute;rio:<br />
	&nbsp;&nbsp;&nbsp;<span style="background-color: lime;">sudo useradd -G davfs2 [utilizador linux]</span></span></p>
<p style="margin: 0px 0px 10px; padding: 0px; border-width: 0px; font-weight: inherit; font-style: inherit; font-size: 14px; font-family: inherit; vertical-align: baseline;"><span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; color: rgb(34, 34, 34); font-family: Arial,Verdana; line-height: 20px;">Crie tamb&eacute;m a pasta onde ser&aacute; montado o &ldquo;Web Disk&rdquo;. Recomendo que use uma pasta dentro do direct&oacute;rio &ldquo;/mnt&rdquo; e crie depois uma liga&ccedil;&atilde;o simb&oacute;lica (&ldquo;symlink&rdquo;) para uma localiza&ccedil;&atilde;o mais conveniente para si:<br />
	&nbsp;&nbsp;&nbsp;<span style="background-color: lime;">sudo mkdir /mnt/[dom&iacute;nio webdav]</span><br />
	&nbsp;&nbsp;&nbsp;<span style="background-color: lime;">ln -s /mnt/[dom&iacute;nio webdav] ~/</span><br />
	Isto criar&aacute; a pasta, e uma liga&ccedil;&atilde;o para ela na raiz no seu direct&oacute;rio pessoal. Pode copiar ou mover esta liga&ccedil;&atilde;o para qualquer outra pasta, que ela continuar&aacute; a funcionar.</span></p>
<h4 class="title" style="margin: 0px 0px 2px; padding: 0px; border-width: 0px; font-weight: bold; font-style: inherit; font-size: 14px; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; vertical-align: baseline; color: rgb(74, 72, 72); line-height: 22px;"><span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; color: rgb(34, 34, 34); font-family: Arial,Verdana; line-height: 20px;">2-B-3. Configurar &ldquo;davfs2&rdquo;</span></h4>
<p style="margin: 0px 0px 10px; padding: 0px; border-width: 0px; font-weight: inherit; font-style: inherit; font-size: 14px; font-family: inherit; vertical-align: baseline;"><span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; color: rgb(34, 34, 34); font-family: Arial,Verdana; line-height: 20px;">Abra o ficheiro &ldquo;<span style="background-color: lime;">~/.davfs2/secrets</span>&rdquo;, e adicione no seu final uma linha com a seguinte informa&ccedil;&atilde;o:<br />
	&nbsp;&nbsp;&nbsp;&ldquo;[direct&oacute;rio local do &#39;Web Disk&#39;]&rdquo; &ldquo;[utilizador]&rdquo; &ldquo;[senha]&rdquo;<br />
	Por defeito este ficheiro apenas &eacute; leg&iacute;vel pelo pr&oacute;prio utilizador, pelo que isto &eacute; relativamente seguro.</span></p>
<h4 class="title" style="margin: 0px 0px 2px; padding: 0px; border-width: 0px; font-weight: bold; font-style: inherit; font-size: 14px; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; vertical-align: baseline; color: rgb(74, 72, 72); line-height: 22px;"><span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; color: rgb(34, 34, 34); font-family: Arial,Verdana; line-height: 20px;">2-B-4. Alterar &ldquo;fstab&rdquo;</span></h4>
<p style="margin: 0px 0px 10px; padding: 0px; border-width: 0px; font-weight: inherit; font-style: inherit; font-size: 14px; font-family: inherit; vertical-align: baseline;"><span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; color: rgb(34, 34, 34); font-family: Arial,Verdana; line-height: 20px;">Abra o ficheiro &ldquo;<span style="background-color: lime;">/etc/fstab</span>&rdquo;, e acrescente no seu final uma linha como a seguinte:<br />
	&nbsp;&nbsp;&nbsp;[endere&ccedil;o webdav] [direct&oacute;rio local do &#39;Web Disk&#39;] davfs user,noauto,rw 0 0<br />
	Isto vai permitir montar o &quot;Web Disk&quot; mais facilmente.<br />
	&nbsp;</span></p>
<p style="margin: 0px 0px 10px; padding: 0px; border-width: 0px; font-weight: inherit; font-style: inherit; font-size: 14px; font-family: inherit; vertical-align: baseline;"><span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; color: rgb(34, 34, 34); font-family: Arial,Verdana; line-height: 20px;">A partir daqui j&aacute; dever&aacute; poder montar o &ldquo;Web Disk&rdquo; executando simplesmente o comando &ldquo;mount [direct&oacute;rio local do &#39;Web Disk&#39;]&rdquo;, mas como se torna um pouco inc&oacute;modo ter de repetir sempre esta opera&ccedil;&atilde;o, podem criar-se dois scripts muito simples para automatizar as opera&ccedil;&otilde;es de montagem e desmontagem.<br />
	&nbsp;</span></p>
<h4 class="title" style="margin: 0px 0px 2px; padding: 0px; border-width: 0px; font-weight: bold; font-style: inherit; font-size: 14px; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; vertical-align: baseline; color: rgb(74, 72, 72); line-height: 22px;"><span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; color: rgb(34, 34, 34); font-family: Arial,Verdana; line-height: 20px;">2-B-5. Criar scripts para facilitar montagem/desmontagem</span></h4>
<p style="margin: 0px 0px 10px; padding: 0px; border-width: 0px; font-weight: inherit; font-style: inherit; font-size: 14px; font-family: inherit; vertical-align: baseline;"><span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; color: rgb(34, 34, 34); font-family: Arial,Verdana; line-height: 20px;">Escolha uma localiza&ccedil;&atilde;o conveniente (&eacute; irrelevante) e crie dois ficheiros com nomes sugestivos, como &ldquo;montar [dom&iacute;nio webdav].sh&rdquo; e &ldquo;desmontar [dom&iacute;nio webdav].sh&rdquo;.</span></p>
<p style="margin: 0px 0px 10px; padding: 0px; border-width: 0px; font-weight: inherit; font-style: inherit; font-size: 14px; font-family: inherit; vertical-align: baseline;"><span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; color: rgb(34, 34, 34); font-family: Arial,Verdana; line-height: 20px;">Edite o ficheiro para montagem e adicione as seguintes linhas:<br />
	&nbsp;&nbsp;&nbsp;<span style="background-color: lime;">#!/bin/sh</span><br />
	&nbsp;&nbsp;&nbsp;<span style="background-color: lime;">gnome-terminal -x mount [direct&oacute;rio local do &#39;Web Disk&#39;]</span></span></p>
<p style="margin: 0px 0px 10px; padding: 0px; border-width: 0px; font-weight: inherit; font-style: inherit; font-size: 14px; font-family: inherit; vertical-align: baseline;"><span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; color: rgb(34, 34, 34); font-family: Arial,Verdana; line-height: 20px;">Edite agora o ficheiro para desmontagem e adicione as seguintes linhas:<br />
	&nbsp;&nbsp;&nbsp;<span style="background-color: lime;">#!/bin/sh</span><br />
	&nbsp;&nbsp;&nbsp;<span style="background-color: lime;">gnome-terminal -x umount [direct&oacute;rio local do &#39;Web Disk&#39;]</span></span></p>
<p style="margin: 0px 0px 10px; padding: 0px; border-width: 0px; font-weight: inherit; font-style: inherit; font-size: 14px; font-family: inherit; vertical-align: baseline;"><span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; color: rgb(34, 34, 34); font-family: Arial,Verdana; line-height: 20px;">Para poder executar cada um dos ficheiros, edite as suas permiss&otilde;es e defina-os como execut&aacute;veis. Feito isto, basta-lhe agora executar os scripts para facilmente montar e desmontar os seus &ldquo;Web Disk&rdquo;. Ao montar a pasta dever&aacute; surgir-lhe uma pergunta relacionada com o certificado de servidor &#8211; ter&aacute; de responder afirmativamente &agrave; pergunta para proceder &agrave; montagem. Esta quest&atilde;o pode normalmente ser evitada adicionando o certificado &agrave; pasta &ldquo;<span style="background-color: lime;">~/.davfs2/certs</span>&rdquo;, mas, no caso particular da&nbsp;<strong><a href="http://www.ptws.pt" target="_blank" title="PTWS Alojamento Web e Lojas Online">PTWS Alojamento Web</a></strong>, a forma como o certificado foi emitido impede esta solu&ccedil;&atilde;o de resultar.</span></p>
<p style="margin: 0px 0px 10px; padding: 0px; border-width: 0px; font-weight: inherit; font-style: inherit; font-size: 14px; font-family: inherit; vertical-align: baseline;"><span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial,Verdana; line-height: 20px;"><span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial,Verdana,sans-serif; line-height: normal;"><a href="http://blog.ptws.pt/wp-content/uploads/2011/02/nautilus_file_permissions.png"><img align="right" alt="Permissões do Nautilus" class="alignright size-thumbnail wp-image-817" height="150" hspace="3" src="http://blog.ptws.pt/wp-content/uploads/2011/02/nautilus_file_permissions-150x150.png" title="nautilus_file_permissions" vspace="3" width="150" /></a></span>O m&eacute;todo de montagem directa &eacute; mais dif&iacute;cil de implementar que o anterior, mas traz-lhe muito mais possibilidades:</span><span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial,Verdana; line-height: 20px;"><br />
	</span><span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial,Verdana; line-height: 20px;">&nbsp;- pode facilmente editar as propriedades/permiss&otilde;es dos ficheiros remotos;</span><span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial,Verdana; line-height: 20px;"><br />
	</span><span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial,Verdana; line-height: 20px;">&nbsp;- pode agora usar uma aplica&ccedil;&atilde;o de sincroniza&ccedil;&atilde;o para manter actualizada uma c&oacute;pia local de todo o seu website (excepto, claro, as bases de dados);</span><span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial,Verdana; line-height: 20px;"><br />
	</span><span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial,Verdana; line-height: 20px;">&nbsp;- pode usar o mesmo procedimento para mais de um alojamento, e manter sincronizados dois websites (ex: servidor PTWS e servidor de testes);</span><span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial,Verdana; line-height: 20px;"><br />
	</span><span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial,Verdana; line-height: 20px;">&nbsp;- pode usar um espa&ccedil;o reservado no seu alojamento para trabalhar em colabora&ccedil;&atilde;o com outras pessoas, ou partilhar informa&ccedil;&otilde;es entre v&aacute;rios computadores que possua;</span><span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial,Verdana; line-height: 20px;"><br />
	</span><span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial,Verdana; line-height: 20px;">&nbsp;- etc!</span></p>
<p style="margin: 0px 0px 10px; padding: 0px; border-width: 0px; font-weight: inherit; font-style: inherit; font-size: 14px; font-family: inherit; vertical-align: baseline;">&nbsp;</p>
<p style="margin: 0px 0px 10px; padding: 0px; border-width: 0px; font-weight: inherit; font-style: inherit; font-size: 14px; font-family: inherit; vertical-align: baseline;"><em><strong>Nota:</strong> A PTWS est&aacute; sempre disponivel para aceitar artigos de convidados e interessados, sobre os mais variados temas. Contacte-nos para saber mais.</em></p>
<div class="shr-publisher-804"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><div class='shareaholic-like-buttonset' style='float:none;height:30px;'><a class='shareaholic-fblike' data-shr_layout='standard' data-shr_showfaces='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fblog.ptws.pt%2Fsysadmin%2Fsysadmin-linux%2Fcomo-usar-um-web-disk-em-linux-webdisk.html' data-shr_title='Como+usar+um+Web+Disk+em+Linux+%28Webdisk%29'></a><a class='shareaholic-googleplusone' data-shr_size='standard' data-shr_count='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fblog.ptws.pt%2Fsysadmin%2Fsysadmin-linux%2Fcomo-usar-um-web-disk-em-linux-webdisk.html' data-shr_title='Como+usar+um+Web+Disk+em+Linux+%28Webdisk%29'></a><a class='shareaholic-tweetbutton' data-shr_count='none' data-shr_href='http%3A%2F%2Fblog.ptws.pt%2Fsysadmin%2Fsysadmin-linux%2Fcomo-usar-um-web-disk-em-linux-webdisk.html' data-shr_title='Como+usar+um+Web+Disk+em+Linux+%28Webdisk%29'></a></div><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic -->]]></content:encoded>
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		<title>As redes sociais e o impacto nas empresas – parte 2 de 2</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Jan 2011 22:08:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Duarte</dc:creator>
				<category><![CDATA[Convidados e Opiniões]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias PTWS]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[alojamento web]]></category>
		<category><![CDATA[comercio online]]></category>
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		<category><![CDATA[rede social]]></category>
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		<description><![CDATA[NA: Este artigo faz parte de uma s&#233;rie de dois artigos sobre as Redes Sociais e o seu impacto nos neg&#243;cios das empresas. A primeira parte do artigo insere-se no contexto de estabelecer e informar sobre a hist&#243;ria das redes sociais, sendo a segunda parte focada na parte empresarial das mesmas, nomedamente no potencia do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p><a href="http://blog.ptws.pt/wp-content/uploads/2010/07/redes1.jpg"><img align="left" alt="Redes sociais - O fenómeno" class="alignleft size-medium wp-image-668" height="300" hspace="3" src="http://blog.ptws.pt/wp-content/uploads/2010/07/redes1-196x300.jpg" style="margin-top: 3px; margin-bottom: 3px; margin-left: 4px; margin-right: 4px;" title="Redes sociais - O fenómeno" vspace="3" width="196" /></a><em>NA: Este artigo faz parte de uma s&eacute;rie de <strong>dois artigos</strong> sobre as <strong>Redes Sociais</strong></em><em> e o seu impacto nos <strong>neg&oacute;cios das empresas</strong></em><em>. A primeira parte do artigo insere-se no contexto de estabelecer e informar sobre a <strong>hist&oacute;ria das redes sociais</strong></em><em>, sendo a segunda parte focada na parte <strong>empresarial</strong></em><em> das mesmas, nomedamente no potencia do <strong><a href="http://www.facebook.com" target="_blank" title="Facebook, a maior rede social da actualidade">Facebook</a></strong></em><em> para os <strong>seus neg&oacute;cios</strong></em><em> e como &eacute; que a <strong><a href="http://www.ptws.pt" target="_blank" title="PTWS Alojamento Web, lojas online, servidores">PTWS Alojamento Web</a></strong></em><em> pode contribuir para o <strong>seu sucesso e o sucesso do seu neg&oacute;cio</strong></em><em>.</em></p>
<p><em><span style="font-style: normal;">Tal como evidenciado no primeiro artigo, as redes sociais s&atilde;o as comunidades na Internet&nbsp;com mais utilizadores &nbsp;e continuam a crescer a um ritmo alucinante. Essa &eacute; a raz&atilde;o que as torna t&atilde;o aliciantes para grandes e pequenas empresas publicitarem a sua marca e os seus produtos.</span></em></p>
<p>As pr&oacute;prias redes sociais j&aacute; viram o potencial da publicidade e come&ccedil;am a oferecer ferramentas cada vez mais sofisticadas de an&aacute;lise dos seus utilizadores para poderem exibir publicidade apenas a determinadas camadas demogr&aacute;ficas ou utilizadores com determinados interesses.</p>
<p><span id="more-680"></span></p>
<p>E &eacute; normal que assim seja, visto que o mercado da publicidade online &eacute; um dos maiores e mais rent&aacute;veis do momento: estima-se que 1% do mercado tenha um valor de mil milh&otilde;es de&nbsp;d&oacute;lares. Para se ter uma no&ccedil;&atilde;o da import&acirc;ncia, 99% da factura&ccedil;&atilde;o do gigante Google prov&eacute;m do seu programa de publicidade Adwords.</p>
<p>O que torna este mercado t&atilde;o rent&aacute;vel? Porque &eacute; que h&aacute; tantos investidores na publicidade online? A resposta est&aacute; na maneira como a publicidade &eacute; apresentada e na sua taxa de convers&atilde;o. Ao contr&aacute;rio da publicidade televisiva, que &eacute; apresentada a toda a gente, a publicidade online &eacute; apresentada apenas em contextos muito espec&iacute;ficos. Por exemplo, se algu&eacute;m est&aacute; a fazer publicidade a uma m&aacute;quina de lavar roupa, esse publicidade apenas aparecer&aacute; em contextos relevantes, como uma pesquisa por &quot;electrodom&eacute;sticos&quot; ou uma p&aacute;gina dentro desse tema.</p>
<p>Algo que as redes sociais conseguem melhorar neste aspecto &eacute; os seus utilizadores saberem de que &eacute; que os seus amigos gostam e terem oportunidade de interagir com as marcas. Aqui entram as p&aacute;ginas de f&atilde;s no Facebook. Esta &eacute; uma das melhores maneiras de conseguir promover uma marca e os seus produtos online, enquanto se gere feedback dos clientes e se angariam ainda mais clientes ou interessados. Se algu&eacute;m se tornar f&atilde; da <a href="http://facebook.com/ptws.pt" target="_blank" title="PTWS Alojamento Web no Facebook">PTWS Alojamento Web no Facebook</a>, todos os seus amigos saber&atilde;o e provavelmente ficar&atilde;o com curiosidade para saber o que &eacute; e o que levou essa pessoa a tornar-se f&atilde;. Confiamos nas escolhas dos nossos amigos, e isso &eacute; uma estrat&eacute;gia de marketing que est&aacute; a ser explorada nas redes sociais.</p>
<p>A <a href="http://www.ptws.pt" target="_blank" title="PTWS Alojamento Web, lojas online, servidores">PTWS Alojamento Web</a> decidiu no inicio do ano implementar algumas novidades, entre elas a <strong><a href="http://www.facebook.com/ptws.pt" target="_blank">p&aacute;gina de f&atilde;s no Facebook</a></strong> onde j&aacute; fizemos concursos, divulga&ccedil;&atilde;o de not&iacute;cias e novos produtos. Neste momento j&aacute; vamos com mais de <strong>2400 f&atilde;s</strong>, e podemos com toda a certeza dizer que esta foi uma manobra crucial para o nosso crescimento. Houve um aumento de procura substancial, com um investimento de tempo/dinheiro bastante reduzido em compara&ccedil;&atilde;o com os ganhos.</p>
<p>Do que est&aacute; &agrave; espera?</p>
<div class="shr-publisher-680"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><div class='shareaholic-like-buttonset' style='float:none;height:30px;'><a class='shareaholic-fblike' data-shr_layout='standard' data-shr_showfaces='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fblog.ptws.pt%2Fnoticiasptws%2Fas-redes-sociais-e-o-impacto-nas-empresas-%25e2%2580%2593-parte-2-de-2.html' data-shr_title='As+redes+sociais+e+o+impacto+nas+empresas+%E2%80%93+parte+2+de+2'></a><a class='shareaholic-googleplusone' data-shr_size='standard' data-shr_count='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fblog.ptws.pt%2Fnoticiasptws%2Fas-redes-sociais-e-o-impacto-nas-empresas-%25e2%2580%2593-parte-2-de-2.html' data-shr_title='As+redes+sociais+e+o+impacto+nas+empresas+%E2%80%93+parte+2+de+2'></a><a class='shareaholic-tweetbutton' data-shr_count='none' data-shr_href='http%3A%2F%2Fblog.ptws.pt%2Fnoticiasptws%2Fas-redes-sociais-e-o-impacto-nas-empresas-%25e2%2580%2593-parte-2-de-2.html' data-shr_title='As+redes+sociais+e+o+impacto+nas+empresas+%E2%80%93+parte+2+de+2'></a></div><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic -->]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Entrevistas PTWS &#8211; APREGI &#8211; Associação de Prestadores de Registos de Domínios e Alojamentos</title>
		<link>http://blog.ptws.pt/entrevistas/entrevistas-ptws-apregi-associacao-de-prestadores-de-registos-de-dominios-e-alojamentos.html</link>
		<comments>http://blog.ptws.pt/entrevistas/entrevistas-ptws-apregi-associacao-de-prestadores-de-registos-de-dominios-e-alojamentos.html#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 12 May 2010 15:25:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raquel Araújo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Convidados e Opiniões]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[acepi]]></category>
		<category><![CDATA[alojamento web]]></category>
		<category><![CDATA[apregi]]></category>
		<category><![CDATA[associação]]></category>
		<category><![CDATA[ciencia e tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[dns.pt]]></category>
		<category><![CDATA[dominios]]></category>
		<category><![CDATA[fccn]]></category>
		<category><![CDATA[legislação]]></category>
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		<description><![CDATA[Seguindo o nosso objectivo de dar a conhecer o que se passa no mercado de alojamento, decidimos entrevistar a de forma a dar a conhecer o que se passa na área de negócio do Alojamento Web e Registo de Dominios. A APREGI já foi fundada à muitos anos, mas infelizmente pouco se sabe sobre a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><div id="center">
<div id="squeeze">
<div>
<div>
<p>Seguindo o nosso objectivo de dar a conhecer o que se passa no mercado de alojamento, decidimos entrevistar a <a href="http://www.ptws.info/wp-content/uploads/2010/05/logo.gif"><img class="alignnone size-medium wp-image-433" title="logo" src="http://www.ptws.info/wp-content/uploads/2010/05/logo-300x28.gif" alt="" width="300" height="28" /></a> de forma a dar a conhecer o que se passa na área de negócio do Alojamento Web e Registo de Dominios. A APREGI já foi fundada à muitos anos, mas infelizmente pouco se sabe sobre a mesma e o que tem feito. Esperamos, ao ouvir as palavras do entrevistado, que realmente mais informação chegue ao conhecimento público de forma a que as iniciativas da APREG sejam conhecidas.</p>
<p>Assim, apresentamos a entrevista em Video e com transcrição da PTWS à APREGI na pessoa do Eng. António Miguel Ferreira &#8230;</p>
<p><span id="more-431"></span></p>
<h1>António Miguel Ferreira</h1>
<div>
<div id="node-451">
<div>
<p><img src="http://www.claranet.pt/sites/default/files/antonio.png" alt="" width="85" height="107" /> <strong> </strong></p>
<p>Licenciado em Engenharia Informática pelo INSA Lyon (França), António  Miguel Ferreira foi, em 1995, um dos fundadores da Esoterica, o  primeiro Operador Privado de Internet em Portugal e tem desempenhado um  importante papel no sector das TIC desde então. Após a aquisição da  Esoterica pela VIA NET.WORKS Inc, em 1999, António Ferreira exerceu o  cargo de Operations Manager for South-Western Europe. Em 2004 lançou a  AMEN em Portugal, uma empresa especializada em alojamento Web e registo  de domínios, que se tornou líder do mercado em 2 anos. Com a aquisição  da VIA NET.WORKS pela Claranet, em 2005, António Miguel Ferreira foi  nomeado Managing Director da Claranet Portugal. É também membro do  Conselho Fiscal da APRITEL e Presidente da Direcção da APREGI.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/zPpIHXXicYM" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/zPpIHXXicYM"></embed></object></p>
<p>Entrevista parte 1</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/vpx4ieb9LnA" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/vpx4ieb9LnA"></embed></object></p>
<p>Entrevista parte 2</p>
<p>Transcrição total da entrevista:</p>
<p><strong>Raquel Araújo:</strong></p>
<p>António Miguel Ferreira o que motivou a criação da APREGI?</p>
<p><strong>António Miguel Ferreira:</strong></p>
<p>A APREGI é uma associação de empresas que prestam serviços de registo de domínios e alojamentos, portanto alojamento de sites web ou alojamento de servidores.</p>
<p>No fundo a associação nasceu em 2005 com um propósito que era juntar num grupo com interesses comuns as principais empresas que operam neste sector em Portugal.</p>
<p>É um sector relativamente imaturo, ainda o é, era mais em 2005, mas, que já movimenta um volume de negócios relativamente interessante, tem objectivos muito específicos, está no nicho de mercado das TI&#8217;s e que não tinha nenhuma associação onde se pusesse representar. Todas aquelas que já existiam como a ANET e a ACEPI, são associações muitíssimo mais abrangentes para quem os assuntos que nós queríamos discutir eram apenas um pequeno pormenor no meio de tantos outros assuntos.</p>
<p>Portanto, a APREGI nasceu em 2005 com quatro associados iniciais com o objectivo de juntá-los todos numa única voz para falar com os principais interlocutores do mercado de registo de domínios e alojamento de sites.</p>
<p><strong>R.A.:</strong></p>
<p>Quais foram os quatros associados que criaram a APREGI?</p>
<p><strong>A.M.F.:</strong></p>
<p>A PT COM que era uma empresa importante, apesar de não ser tão grande neste mercado específico; a AMEN que na altura era o líder de mercado, portanto a empresa que mais domínios tinha registados, que mais sites tinha alojados; a CGEST também e a DOMÍNIOS. Quatro das principais cinco ou seis empresas que foram os fundadores da APREGI.</p>
<p><strong>R.A.:</strong></p>
<p>Quais os principais objectivos da APREGI?</p>
<p><strong>A.M.F.:</strong></p>
<p>O nosso principal objectivo inicial foi dialogar com a FCCN, ou seja, a FCCN enquanto entidade que gere o .pt dialogava esporadicamente e não de uma forma tão regular com cada uma das empresas que operam neste sector e acabava por não haver uma consonância de ideias e uma única voz que no fundo desse sugestões, que discutisse questões técnicas, comerciais, administrativas, contratuais e legais com a própria FCCN no sentido de fazer evoluir o domínio.pt e portanto digamos que a primeira abordagem foi com a própria FCCN.</p>
<p>Recordando que em 2005 nós ainda estávamos ao abrigo das antigas leis de registo de domínios, ou seja, ainda era preciso fazer prova à priori da posse da firma ou da marca para se poder registar um domínio .pt e todo o processo era muito manual, muito burocratizado, demorado e portanto nós conseguimos com algumas reuniões de trabalho que tivemos com a FCCN dar algumas sugestões no sentido de evolução das regras e por exemplo a primeira grande conquista, podemos dizer assim foi a chamada flexibilização do registo de domínio .pt que veio a acontecer um ano mais tarde.</p>
<p>Essa flexibilização permitiu logo que a documentação que era necessária só fosse apresentada à posteriori e não à priori o que facilita logo o processo de registo e por amostragem, não para todos os casos, ou seja o processo tornou-se muito menos burocrático do que era no passado, os preços de registo baixaram também e começou-se a trabalhar num interface técnico que permite o registo de domínios através de processos automatizados entre os registrares e a FCCN.</p>
<p>Portanto, tudo isto foram pequenos grandes passos que foram dados que incentivaram muito o registo de domínios.pt pelo preço, pela facilidade e que foram motivados pela discussão que a própria APREGI teve com a FCCN e que as pessoas normalmente desconhecem, mas no fundo ao fim de tantos anos sem evolução depois da APREGI ter surgido, um ano mais tarde, as regras de facto evoluíram.</p>
<p>E não ficou por ai, começamos a discutir com a FCCN a liberalização do .pt porque praticamente todos os domínios de países industrializados, enfim do Ocidente e até do Oriente, estão liberalizados, funcionam um pouco à semelhança do .com e do .eu. Está livre, qualquer pessoa ou empresa, pode registar desde que esteja livre, pagando um determinado preço. Com o .pt isso ainda não acontece, não é liberalizado, ou seja, só as empresas com marca ou com uma firma é que podem ter direito ao domínio, apesar de agora ser mais facilitado o processo. A FCCN também concordou com esta visão de que era necessário liberalizar porque isto iria potenciar muitíssimo mais o mercado e no fundo retirar clientes que estão a registar .com em entidades estrangeiras e trazê-los para entidades portuguesas que façam registo de .pt e isso permitiria baixar os preços porque aumentaria o volume de registos do .pt e logo por economias de escala a FCCN conseguiria baixar o preço. Ora, a FCCN aceitou a ideia, propôs novas regras no sentido da liberalização. A FCCN tem um concelho consultivo que para além da APREGI, integra entidades como INPI, o Instituto do Consumidor, a ANACOM&#8230;, que no fundo aconselham a FCCN sobre a evolução do .pt.</p>
<p>Nesse concelho consultivo, portanto, após as conversas com a APREGI, foram aprovadas as novas regras por unanimidade, isto já foi há dois anos atrás.</p>
<p>Qual foi o obstáculo? Porque é que o domínio .pt ainda não está liberalizado? Porque é que não temos o dobro dos registos em .pt do que temos hoje?</p>
<p>Porque a FCCN é tutelada pelo Ministério da Ciência, da Tecnologia e do Ensino Superior, cujo ministro Mariano Gago ainda não promulgou essas novas regras. Vai-me perguntar porque motivo? Essa é a questão com nos debatemos há dois anos, não sabemos. Já requeremos por duas vezes audiência ao ministro, já fomos recebidos enquanto APREGI uma primeira vez, explicamos os motivos pelos quais achávamos que a FCCN estava a ir num bom caminho, relembramos que isto foi tudo decidido por unanimidade, portanto, nenhuma entidade, nem mesmo aquelas que representam os consumidores se opôs e que não percebíamos porque é que ainda não tinham sido aprovadas as novas leis. Pedimos uma segunda audiência acerca de seis meses atrás, a qual não foi aceite e portanto continuamos à espera que o Sr. Ministro se digne a explicar aos intervenientes todos de mercado e à própria FCCN o motivo pelo qual o .pt ainda não está liberalizado, o motivo pelo qual nós ainda temos dezenas de milhares de novos registos que ainda vão para o .com ou para o .eu todos os meses e não ficam no .pt.</p>
<p><strong>R.A.:</strong></p>
<p>Qual é o perfil do associado APREGI?</p>
<p><strong>A.M.F.:</strong></p>
<p>São empresas que têm de prestar dois serviços essenciais, eventualmente prestarão outros também, que são o registo de domínios e o alojamento de sites, este é o perfil do associado APREGI.</p>
<p>Claro, que o mercado terá cerca de 100 empresas que prestam este tipo de serviços, mas 80% do mercado está no conjunto de mais ou menos 10, 15 empresas, sensivelmente. Ora, a APREGI conta neste momento com 12 associados que representam cerca de 60% do mercado, e portanto nós com mais 3 ou 4 associados, já representaremos cerca de 80% do mercado.</p>
<p>O associado tem interesse em associar-se aos seus pares, não só para este dialogo com a FCCN, mas também para internamente discutirmos algumas ideias, internamente criarmos alguns grupos de trabalho porque há sempre interesses comuns e podemos dividir um pouco de trabalho entre todos e depois partilhá-lo para que todos beneficiem com isso. E portanto, o principal benefício do associado da APREGI, para além de ter momentos em que pode discutir, conhecer e discutir com os restantes concorrentes a questão do mercado, é ter acesso a informação e actividades que não teria de uma forma individual, vou-lhe dar alguns casos como exemplo:</p>
<ul>
<li>Há 	a legislação que foi produzida na Comissão Europeia e em Portugal 	sobre conteúdos, acesso a conteúdos, sobre os dados que se devem 	armazenar e durante quanto tempo relativamente às comunicações 	por e-mail, aos acessos aos sites, que os associados mais pequenos 	como não têm um departamento jurídico, não sabem quais são as 	suas obrigações legais em relação a esses aspectos, que tipo de 	dados devem armazenar, que são obrigados a não fazê-lo. A APREGI 	pediu um parecer a um escritório de advogados, esse parecer foi 	obtido e será agora distribuído aos diversos associados, de uma 	forma gratuita;</li>
<li>Outro 	grupo de actividade que neste momento se formou, foi relativamente 	ao processo de registo de um domínio.pt, para discutir tecnicamente 	a evolução do interface que neste momento já existe, portanto 	hoje em dia já é possível registar em temo real um domínio .pt, 	com o chamado EPP, mas há melhorias que se podem fazer e este grupo 	debruça-se sobre os aspectos técnicos desse assunto;</li>
<li>Há 	um outro grupo que está a discutir aspectos relativos à segurança, 	a criação de “black list&#8217;s” por e-mail, a partilha de dados 	sobre clientes são devedores sistematicamente nos vários 	prestadores.</li>
</ul>
<p>Há cerca de quatro a cinco grupos com temas diferentes e que liderados por associados diferentes, produzem informação que depois partilham com todos.</p>
<p>Para uma associação pequena como a APREGI e com o nível de quotas que requeremos acaba por ser um valor acrescentado muito interessante para o associado.</p>
<p><strong>R.A.:</strong></p>
<p>Já falamos um pouco sobre as metas alcançadas pela APREGI, não sei se tem alguma coisa a acrescentar?</p>
<p><strong>A.M.F.:</strong></p>
<p>De facto a evolução do .pt foi a nossa principal meta atingida. No ano passado, esta criação dos cinco grupos de actividade com temas diferentes, digamos que foi a segunda meta, no fundo pôr todos os associados a trabalhar em conjunto em benefício de todos e até para atrair novos associados que começam a ver um pouco mais de valor em pertencer à própria associação.</p>
<p>Eu diria que a terceira meta ainda não está atingida que é o tornarmos a associação mais visível para o mercado em geral, não só para os associados, como disse já temos 60% do mercado, mas, ainda devíamos ter mais associados, mas também para os consumidores e empresas que registam domínios, que alojam sites, saberem quem são as empresas credíveis, não as maiores, nem as mais baratas, nem as melhores, as credíveis do mercado porque dispõem de plataformas próprias de alojamento de sites, de equipas próprias de engenharia, suporte técnico próprio e não serem meros revendedores, por exemplo, de prestadores estrangeiros. Isso acontece com alguma frequência, e depois não havendo estrutura cá em Portugal, são empresas que de um dia para o outro podem desaparecer e podem colocar em causa um site ou um domínio que até é importante para um cliente final. Portanto, a credibilidade tem muito a ver com isto, há dezenas de empresas neste mercado, que são quase que virtuais e são mero revendedores com uma capa que funcionam apenas na lei, mas que não têm existência legal em Portugal. Há uma série de aspectos relacionados com a nossa relação com consumidor e com as empresas finais que nós ainda podemos melhorar, eventualmente fazendo eventos, fazendo alguma “newsletter”, tornando a nossa actividade um pouco mais pública do que aquilo que é neste momento.</p>
<p><strong>R.A.:</strong></p>
<p>Porque é que o site da APREGI se encontra desactualizado?</p>
<p><strong>A.M.F. </strong></p>
<p>Basicamente porque apesar de todos os associados serem empresas que registam domínios e alojam sites, nem todos ou quase nenhum faz sites, e portanto a associação como não tem um orçamento que lhe permita contratar uma empresa que crie e mantenha o site, depende da boa vontade dos associados em o fazerem. Um dos associados foi nomeado este ano para alojar, recriar e manter o site da APREGI. Estamos agora em vias de lançar durante o mês de Maio, um novo site com “backoffice” de gestão que permita actualizar com mais regularidade.</p>
<p>Temos noção que nós não temos ainda grande visibilidade por parte do cliente final, e portanto não haverá grande procura pelo nosso site, e o nosso site será utilizado sobretudo pelos próprios associados para partilhar informação e para os futuros associados no fundo saberem o que a associação lhes pode dar também. De facto tem sido uma das nossas lacunas, que nós esperamos suprir este ano.</p>
<p><strong>R.A.:</strong></p>
<p>Qual será o futuro da APREGI?</p>
<p><strong>A.M.F.:</strong></p>
<p>A APREGI eu diria que é uma associação que no futuro caminhará para ter cerca de 20, 25 associados no máximo, dado o nicho em que se insere e o mercado em que nós estamos, não terá muitos mais associados do que isto, que eu espero que venha a ter um papel mais importante, não só no dialogo com a própria FCCN, mas sobretudo na dinamização de algumas actividades que interessam a todos neste sector. No fundo é uma forma de todos os associados terem acesso a muita informação que não o teriam enquanto empresas individuais, por não disporem de um conjunto de recursos elevados, e juntando-nos, nós conseguimos contribuir todos uns para os outros um pouco mais.</p>
<p><strong>R.A.:</strong></p>
<p>Obrigada pela sua entrevista.</p>
</div>
</div>
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</div>
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<h1>António Miguel Ferreira</h1>
</div>
<div class="shr-publisher-431"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><div class='shareaholic-like-buttonset' style='float:none;height:30px;'><a class='shareaholic-fblike' data-shr_layout='standard' data-shr_showfaces='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fblog.ptws.pt%2Fentrevistas%2Fentrevistas-ptws-apregi-associacao-de-prestadores-de-registos-de-dominios-e-alojamentos.html' data-shr_title='Entrevistas+PTWS+-+APREGI+-+Associa%C3%A7%C3%A3o+de+Prestadores+de+Registos+de+Dom%C3%ADnios+e+Alojamentos'></a><a class='shareaholic-googleplusone' data-shr_size='standard' data-shr_count='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fblog.ptws.pt%2Fentrevistas%2Fentrevistas-ptws-apregi-associacao-de-prestadores-de-registos-de-dominios-e-alojamentos.html' data-shr_title='Entrevistas+PTWS+-+APREGI+-+Associa%C3%A7%C3%A3o+de+Prestadores+de+Registos+de+Dom%C3%ADnios+e+Alojamentos'></a><a class='shareaholic-tweetbutton' data-shr_count='none' data-shr_href='http%3A%2F%2Fblog.ptws.pt%2Fentrevistas%2Fentrevistas-ptws-apregi-associacao-de-prestadores-de-registos-de-dominios-e-alojamentos.html' data-shr_title='Entrevistas+PTWS+-+APREGI+-+Associa%C3%A7%C3%A3o+de+Prestadores+de+Registos+de+Dom%C3%ADnios+e+Alojamentos'></a></div><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic -->]]></content:encoded>
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		<title>Redes Sociais</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Apr 2010 13:26:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Duarte</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A expressão "Rede Social" passou a fazer parte do nosso dia-a-dia há poucos anos, com a adesão em massa ao hi5. Tal como as novas tecnologias, esta nova realidade foi adoptada primeiro pelas camadas mais jovens da sociedade. Hoje, são poucos os internautas que não pertencem a algum tipo de rede social.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p><a href="http://www.ptws.info/wp-content/uploads/2010/04/socialnetworks.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-358" title="Redes Sociais" src="http://www.ptws.info/wp-content/uploads/2010/04/socialnetworks-300x213.jpg" alt="Redes Sociais" width="300" height="213" /></a>A expressão &#8220;<strong>Rede Social</strong>&#8221; passou a fazer parte do nosso dia-a-dia há poucos anos, com a adesão em massa ao <strong>hi5</strong>. Tal como as novas tecnologias, esta nova realidade foi adoptada primeiro pelas camadas mais <strong>jovens </strong>da sociedade. Hoje, são poucos os internautas que não pertencem a algum tipo de rede social.</p>
<p>No entanto, as redes sociais não começaram aqui. Muito antes do aparecimento do <strong>Myspace</strong>, a internet estava repleta de <strong>fórums temáticos</strong>, onde os utilizadores discutiam os mais diversos assuntos: carros, jardinagem, música, culiária, etc. Este agrupamento de pessoas com <strong>gostos partilhados</strong> foi a génese de algo que viria a alterar a forma como utilizamos a internet.</p>
<p>Daí ao aparecimento do <strong>Friendster</strong> e do <strong>Myspace</strong> foi um saltinho. Estes sites funcionavam de outra maneira, o objectivo era juntar pessoas <strong>conhecidas </strong>ao invés de juntar pessoas que apenas tinham os mesmos interesses. Passou a ser possível criar uma verdadeira <strong>rede </strong>com os nossos conhecidos e amigos. Até ao surgimento do <strong>Facebook</strong>, o <strong>Myspace</strong> era a maior rede social a nível mundial. Com cerca de 110 milhões de utilizadores no seu auge, este site massificou o uso das redes sociais. Hoje em dia o <strong>Myspace</strong> é utilizado maioritariamente como plataforma de divulgação de <strong>bandas</strong>&#8230;</p>
<p><span id="more-352"></span></p>
<h1><em>What&#8217;s hot</em>? Facebook &amp; Twitter</h1>
<p>A maioria das pessoas reconhecerá estas duas palavras, mesmo nunca tendo utilizado ou sequer visto nenhuma das plataformas. O <strong>Facebook</strong> e o<strong> Twitter</strong> andam na boca do mundo mas, apesar de parecer que vieram para ficar, a verdade pode ser outra. A internet é muito <strong>dinâmica </strong>e os utilizadores fartam-se depressa. A história mostrou-nos (com o <strong>Myspace</strong>, <strong>hi5</strong>, <strong>Orkut</strong>) que estas popularidades não passam de <strong>modas</strong>. Ao fim de alguns anos surge uma alternativa que consegue <strong>cativar </strong>os utilizadores e convencê-los a migrar, deixando estes sites uma mera sombra do que já foram. Os números regem os vencedores, e neste campo, o <strong>Facebook</strong> tem <a title="Estatísticas do Facebook" href="http://www.facebook.com/press/info.php?statistics" target="_blank">estatísticas </a><strong><a title="Estatísticas do Facebook" href="http://www.facebook.com/press/info.php?statistics" target="_blank">astronómicas</a></strong>.</p>
<h3><em>&#8220;Mas porque é usam essa porcaria? Qual é o interesse?&#8221;</em> pergunta um céptico.</h3>
<p>A resposta simples é que nos permite manter em contacto com os nossos amigos. Saber novidades, ver fotos, trocar mensagens&#8230; Todas as pessoas que nos interessam à distância de um clique. Se antes nos perguntavamos como conseguíamos viver sem os telemóveis, hoje muita gente faz a mesma pergunta em relação à internet e às redes sociais.</p>
<p>O <strong>Facebook</strong> tem uma enorme quantidade de <strong>aplicações </strong>criadas de raíz por developers de todos os cantos do mundo. Quizzes e jogos abundam e prendem os utilizadores. Uma das aplicações mais populares, o <a title="Farmville" href="http://www.farmville.com/" target="_blank">Farmville</a>, é jogado por cerca de <strong>80 milhões</strong> de utilizadores (mais de <strong>1% da população</strong> do mundo). Esta vertente das aplicações é o que mais mais distingue o <strong>Facebook</strong> dos seus concorrentes.</p>
<div id="attachment_359" class="wp-caption alignright" style="width: 195px"><a href="http://www.ptws.info/wp-content/uploads/2010/04/twitter.jpg"><img class="size-full wp-image-359  " title="Passaro Twitter" src="http://www.ptws.info/wp-content/uploads/2010/04/twitter.jpg" alt="A mascote do Twitter" width="185" height="185" /></a><p class="wp-caption-text">A mascote do Twitter</p></div>
<p>O outro peso-pesado é o <strong>Twitter</strong>. O conceito é uma mistura entre mensagens de texto (SMS) e mensagens instantâneas (MSN, por exemplo). Podemos enviar uma mensagem até <strong>160 caracteres</strong> para todos os nossos seguidores e ver as mensagens de quem seguimos. O objectivo é fazermos <strong>pequenos updates</strong> sobre o que fazemos, as nossas opiniões ou até ter pequenas conversas. O sucesso desta rede social é tão grande, que as notícias importantes se divulgam entre os utilizadores mais rápido que em qualquer outro canal de comunicação.</p>
<p>Uma situação engraçada ligada a este propagar de informação <strong>extremamente rápido </strong>aconteceu no dia 17 de Dezembro de 2009, quando Portugal foi abalado por um sismo. Houveram utilizadores que souberam do sismo segundos antes de o sentirem, pois os <em>twitts</em> vindos do Sul do país chegaram mais rápido que as próprias ondas sísmicas.</p>
<p>Um dos mais recentes concorrentes deste mercado é o<strong> Google Buzz</strong>. A <strong>Google</strong> já tinha a sua presença nas redes sociais através do <strong>Orkut</strong> (usado maioritariamente no Brasil e India), mas não era directamente associado pelos utilizadores à <strong>marca </strong>&#8220;Google&#8221;. O surgimento do <strong>Buzz</strong> esteve envolto em polémica, visto que foi praticamente impingido aos utilizadores do <strong>Google Mail</strong>. Apesar desta integração automática com um dos serviços de webmail mais usados na internet, a adesão foi <strong>extremamente fraca</strong>, muito por causa da falta de funcionalidades novas que traz em relação aos seus concorrentes (principalmente o <strong>Twitter</strong>).</p>
<h1><strong>Bons e maus usos</strong></h1>
<p>Como se pode ver, existe muito <strong>potencial </strong>numa rede deste tipo, pois é utilizada por milhões de utilizadores, constantemente online. Um bom uso é o <strong>marketing</strong>. Cada vez mais é importante as empresas terem algum tipo de presença nas redes sociais. Estar próximo dos users, ouvir o <strong>feedback </strong>deles e dar uma imagem mais humana à própria empresa contribui muito para o sucesso da mesma. Também permite fazer chegar novidades em primeira mão aos clientes e de uma forma bastante natural e fácil.</p>
<p>Mas são só coisas boas? Infelizmente não é o caso. O uso destes sites pode tornar-se uma <strong>dependência </strong>para pessoas que não consigam gerir o uso. Pode prejudicar o desempenho no local de trabalho, levando a muitas &#8220;escapadelas&#8221; que se vão acumulando ao longo do dia. Outra questão é a <strong>privacidade</strong>, visto que cada vez mais os nossos dados pessoais vão ficando espalhados pela internet, disponíveis a qualquer um para bisbilhotar. Há casos de utilizadores que são vítimas de roubo de identidade porque deixam dados sensíveis à vista de todos.</p>
<p>Isto quer dizer que é melhor não usar? Claro que não! Tal como em tudo, as pessoas devem usar <strong>moderação </strong>e <strong>cuidado </strong>na utilização das redes sociais. Está nas nossas mãos fazer um uso <strong>responsável </strong>destas &#8220;ferramentas&#8221;, visto que há muitas vantagens no seu uso.</p>
<p>Para acabar, deixo o link das páginas da <strong><a title="PTWS Alojamento Web" href="http://www.ptws.pt" target="_blank">PTWS Alojamento Web</a></strong> tanto no <a title="PTWS no Facebook" href="http://facebook.com/ptws.pt" target="_blank"><strong>Facebook</strong> </a>como no <strong><a title="PTWS no Twitter" href="http://twitter.com/ptws" target="_blank">Twitter</a></strong>. Não se esqueça de aderir às nossas páginas, se não o fez já. Lá irá encontrar as <a title="Blog Oficial da PTWS Alojamento Web" href="http://www.ptws.info" target="_blank"><strong>actualizações do blog</strong></a>, outras <strong>notícias </strong>da <strong><a title="PTWS Alojamento Web" href="http://www.ptws.pt" target="_blank">PTWS Alojamento Web</a></strong>, <strong>promoções </strong>e <strong>concursos</strong> e acima de tudo um acompanhamento personalizado e informal a todos os nossos clientes, parceiros e visitantes.</p>
<p>Ficamos à sua espera!</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://facebook.com/ptws.pt"><img class=" alignnone" title="PTWS no Facebook" src="http://www.ptws.info/wp-content/themes/ptws-blog/images/facebook.png" alt="PTWS no Facebook" width="33" height="31" /></a> <a href="http://twitter.com/ptws"><img class="alignnone" title="PTWS no Twitter" src="http://www.ptws.info/wp-content/themes/ptws-blog/images/twitter.png" alt="PTWS no Twitter" width="33" height="31" /></a></p>
<div class="shr-publisher-352"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><div class='shareaholic-like-buttonset' style='float:none;height:30px;'><a class='shareaholic-fblike' data-shr_layout='standard' data-shr_showfaces='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fblog.ptws.pt%2Fconvidados%2Fredes-sociais.html' data-shr_title='Redes+Sociais'></a><a class='shareaholic-googleplusone' data-shr_size='standard' data-shr_count='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fblog.ptws.pt%2Fconvidados%2Fredes-sociais.html' data-shr_title='Redes+Sociais'></a><a class='shareaholic-tweetbutton' data-shr_count='none' data-shr_href='http%3A%2F%2Fblog.ptws.pt%2Fconvidados%2Fredes-sociais.html' data-shr_title='Redes+Sociais'></a></div><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic -->]]></content:encoded>
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		<title>Segurança na Internet &#8211; Aprenda e Proteja-se</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Mar 2010 14:03:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Duarte</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com o evoluir da tecnologia e a sua consequente banalização, o número de internautas disparou nos últimos anos. Este aumento exponencial de utilizadores (390 milhões no ano 2000 contra 1700 milhões no ano 2009) é um chamariz para os chamados &#8220;predadores da net&#8220;. O facto é que a grande maioria dos utilizadores não tem conhecimentos suficientes, o que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><div id="attachment_298" class="wp-caption alignleft" style="width: 144px"><a href="http://www.ptws.info/wp-content/uploads/2010/03/lock.jpg"><img class="size-medium wp-image-298   " title="Segurança na Internet" src="http://www.ptws.info/wp-content/uploads/2010/03/2453544236_f1b1dac91d-300x300.jpg" alt="Segurança na Internet" width="134" height="134" /></a><p class="wp-caption-text">Segurança na Internet</p></div>
<p>Com o evoluir da tecnologia e a sua consequente banalização, o número de <strong>internautas</strong> disparou nos últimos anos. Este aumento exponencial de utilizadores (390 milhões no ano 2000 contra 1700 milhões no ano 2009) é um chamariz para os chamados &#8220;<em><strong>predadores da net</strong></em>&#8220;. O facto é que a grande maioria dos utilizadores não tem <strong>conhecimentos</strong> suficientes, o que os torna potenciais <strong>alvos</strong> de <strong>fraude</strong> ou <strong>roubo</strong>.</p>
<p>Apesar das campanhas informativas serem actualmente bastante divulgadas, apenas uma <strong>minoria dos internautas</strong> conhece verdadeiramente os perigos a que estamos sujeitos ao navegar por estas águas. Mas se alguns têm conhecimento dos piratas, outros têm medo de sequer molhar os pés.</p>
<p>A realidade é que há certas <strong>precauções</strong> que podemos tomar de maneira a tornar a nossa vida informática mais <strong>segura</strong>, não tendo medo de usufruir de tudo o que a tecnologia tem para nos oferecer. Mesmo não sendo &#8220;<em><strong>experts</strong></em>&#8221; na matéria, todos os internautas deveriam ter alguns conhecimentos sobre aquilo que pode estar à espreita por trás de cada clique.</p>
<div><span id="more-290"></span></div>
<p>Quantos conseguiriam agora passar sem <strong>compras online</strong>, <strong>e-banking</strong>, <strong>redes sociais</strong> ou <strong>mensagens instantâneas</strong>? A internet trouxe-nos grandes vantagens, mas como não há bela sem senão, apareceram também certos <strong>perigos</strong>.</p>
<p>Analisando algumas das temáticas mais comuns:</p>
<h2>Phishing</h2>
<div id="attachment_295" class="wp-caption alignright" style="width: 190px"><a href="http://www.ptws.info/wp-content/uploads/2010/03/phishing.png"><img class="size-medium wp-image-295  " title="Phishing" src="http://www.ptws.info/wp-content/uploads/2010/03/phishing-225x300.png" alt="Phishing" width="180" height="240" /></a><p class="wp-caption-text">Phishing</p></div>
<p><em>O que é?</em></p>
<p>Este tipo de ataque surgiu em força aquando da expansão do <strong>e-banking</strong> (operações bancárias online). Os atacantes aliciam as vítimas, através de <strong>e-mail</strong> ou mensagens instantâneas, a visitar sites <strong>fraudulentos</strong>, cuja função é <strong>capturar </strong>os dados pessoais (passwords, números de cartões de crédito, etc). Os sites são <strong>idênticos </strong>aos verdadeiros, levando muitos utilizadores a pensar que estão perante um site legítimo.</p>
<p><em>Como me proteger?</em></p>
<p><strong>NUNCA</strong> clicar em links nos e-mails, principalmente quando são, aparentemente, provenientes de bancos. <strong>Escrever o URL</strong> (endereço) na <strong>barra de endereços</strong> do browser é a maneira mais <strong>segura</strong>, pois os links podem levar-nos a sites diferentes daquele que esperamos.<br />
Também não se deve fornecer os nossos dados pessoais a quem os peça, mesmo que pareça que do outro lado está um representante de uma entidade que damos como fiável. Ninguém lhe pedirá a sua password, é um dado <strong>pessoal </strong>e <strong>intransmissivel</strong>.</p>
<p>Por último <strong>NUNCA fornecer a nossa password</strong> em resposta a e-mails deste tipo. Nenhum banco lhe pede a password fora da página de login do mesmo.</p>
<h2><strong>Virus, Trojans, Spyware e Worms</strong></h2>
<p><em>O que são?</em></p>
<p>Já todos nós sofremos na pele com alguma destas &#8220;<em><strong>pestes</strong></em>&#8220;. Esta categoria de ataques, referida geralmente por <strong>malware</strong>,  baseia-se em <strong>infectar </strong>os computadores dos utilizadores, <strong>roubando informação </strong>ou estragando propositadamente dados, havendo muitas vezes a tentativa de <strong>infecção de outras máquinas</strong>. Os métodos de infecção mais frequentes são os <strong>scripts maliciosos</strong> em páginas web, transferência de <strong>ficheiros </strong>nos anexos dos <strong>e-mails</strong> ou através de uma <strong>pen USB</strong>, por exemplo.</p>
<p><em>Como me proteger?</em></p>
<p>A partir do momento que somos infectados torna-se uma tarefa quase impossível a remoção por completo destas ameaças. A <strong>prevenção </strong>é, por isso, a melhor arma. Um bom <strong>antivirus </strong>(sempre actualizado!) em combinação com uma boa <strong>firewall </strong>é o primeiro passo, mas não é infalível. Deve ter-se cuidado com os sites frequentados, pois há sempre um período após o aparecimento de novos virus em que nenhum software tem solução.</p>
<div id="attachment_321" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.ptws.info/wp-content/uploads/2010/03/computer_malware.jpg"><img class="size-medium wp-image-321 " title="Malware - Software criado com o intuito de atacar computadores alheios" src="http://www.ptws.info/wp-content/uploads/2010/03/computer_malware-300x199.jpg" alt="Malware" width="300" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">Malware - Software criado com o intuito de atacar computadores alheios</p></div>
<h2><strong>Criar Bons Hábitos</strong></h2>
<p>Entre 50 a 60% dos internautas utiliza o <strong>Internet Explorer</strong>, o que o torna num <strong>alvo </strong>apetecivel para os atacantes. Hoje em dia já há excelentes alternativas a este browser. <a title="Firefox" href="http://www.mozilla-europe.org/pt/firefox/" target="_blank">Firefox</a>, <a title="Chrome" href="http://www.google.com/chrome" target="_blank">Chrome </a>ou <a title="Opera" href="http://www.opera.com/" target="_blank">Opera</a> são apenas 3 dos mais populares. Ao mudar de browser está a diminuir a probabilidade de ser afectado por <strong>exploits </strong>(para não falar de outras desvantagens do Internet Explorer que não estão relacionadas com a segurança).</p>
<p>Um hábito a adquirir é manter o <strong>software de segurança</strong> sempre <strong>actualizado</strong>. São descobertas centenas de falhas de segurança e criados milhares de virus (e outras formas de ataque) diariamente. Ter um antivirus desactualizado é o mesmo que não o ter.</p>
<p>Outro aspecto muito importante são as <strong>passwords</strong>. Utilizar a mesma password para todos os nossos logins é muito <strong>perigoso</strong>, pois basta que uma delas seja interceptada para ser possível aceder a todas as nossas contas, nos mais diversos sites. Umas das mais importantes é a password de e-mail: com acesso ao e-mail de alguém é possível fazer-se passar por essa pessoa sem desconfiança da outra parte.<br />
É também essencial que a password não seja algo demasiado <strong>simples </strong>de descobrir (datas e/ou nomes) e que tenha uma mistura de caracteres maiúsculos e minúsculos, números e símbolos.</p>
<h2><strong>Software de Segurança</strong></h2>
<p>Deixo aqui algumas soluções gratuítas em termos de software de segurança:</p>
<p><strong><em><a title="Keepass" href="http://keepass.info/" target="_blank">Keepass</a></em></strong><br />
Esta aplicação é um gerenciador de passwords. Todos os usernames e passwords ficam guardados numa base de dados <strong>encriptada</strong>, sendo preciso uma <strong>palavra-chave mestre</strong> para a desbloquear. Para os utilizadores do Firefox há um <a title="plugin" href="http://keepass.info/plugins.html#keefox" target="_blank">plugin</a> que automatiza os logins.</p>
<p><strong><a title="MalwareBytes" href="http://www.malwarebytes.org/" target="_blank">MalwareBytes</a></strong><br />
Para quem quer uma solução <strong>anti-Malware</strong>, esta aplicação é das melhores (senão a melhor) do mercado.</p>
<p><em><strong><a title="Spywareblaster" href="http://www.javacoolsoftware.com/spywareblaster.html" target="_blank">Spywareblaster</a></strong> </em>e <strong><em><a title="Spybot" href="http://www.safer-networking.org/index2.html" target="_blank">Spybot</a></em></strong><br />
Um estudo em 2005 concluiu que cerca de 60% dos computadores estavam <strong>infectados </strong>com algum tipo de Spyware. Estes dois programas têm como objectivo evitar que o nosso PC seja infectado e, no caso de acontecer, proceder à sua <strong>limpeza</strong>.</p>
<p><strong><em><a title="AVG Free" href="http://free.avg.com" target="_blank">AVG Free</a></em></strong><br />
O AVG Free já é um clássico no que toca a antivirus gratuitos. É uma solução competente, apesar de geralmente ser melhor optar por um antivírus pago (recomendo o <strong><a title="ESET NOD32" href="http://www.eset.com/home/nod32-antivirus" target="_blank">ESET NOD32</a></strong> ou a versão <strong><a title="Verão paga do AVG" href="http://www.avg.com" target="_blank">paga</a> do AVG</strong>).</p>
<p><strong>Finalizando:</strong> apesar desta informação ser básica e do conhecimento geral de muitos utilizadores mais experientes, a verdade é que apenas uma pequena percentagem das pessoas sabe <strong>proteger-se</strong> na <strong>internet</strong>. Temos, por isso, o dever de transmitir estas dicas a quem não o sabe fazer. <strong>Informação </strong>é <strong>poder</strong>, e quanto mais informados forem os utilizadores, menos serão os <strong>alvos</strong>. Num mundo perfeito, todos saberiam como se refugiar de <strong>ataques maliciosos</strong> na rede, acabando por ser cada vez mais raras estas situações. Ao dotarmos outras pessoas deste conhecimento, estamos a caminhar no sentido certo: <strong>uma internet mais segura</strong>.</p>
<div class="shr-publisher-290"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><div class='shareaholic-like-buttonset' style='float:none;height:30px;'><a class='shareaholic-fblike' data-shr_layout='standard' data-shr_showfaces='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fblog.ptws.pt%2Fconvidados%2Fseguranca-na-internet-aprenda-e-proteja-se.html' data-shr_title='Seguran%C3%A7a+na+Internet+-+Aprenda+e+Proteja-se'></a><a class='shareaholic-googleplusone' data-shr_size='standard' data-shr_count='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fblog.ptws.pt%2Fconvidados%2Fseguranca-na-internet-aprenda-e-proteja-se.html' data-shr_title='Seguran%C3%A7a+na+Internet+-+Aprenda+e+Proteja-se'></a><a class='shareaholic-tweetbutton' data-shr_count='none' data-shr_href='http%3A%2F%2Fblog.ptws.pt%2Fconvidados%2Fseguranca-na-internet-aprenda-e-proteja-se.html' data-shr_title='Seguran%C3%A7a+na+Internet+-+Aprenda+e+Proteja-se'></a></div><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic -->]]></content:encoded>
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		<title>Ajudar custa assim tanto? Se calhar não!</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Mar 2010 19:30:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Convidados e Opiniões]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[apoio social]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8220;Estamos em crise!&#8221; apregoa-se por ai à boca cheia. Que essa não seja a razão para deixar de ser solidário para com os outros, digo eu. Os Portugueses são bem conhecidos pelo seu aspecto solidário que vem à tona em tempos de crise, altura em que , segundo as nossas televisões e jornais, os donativos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><div id="attachment_310" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.ptws.info/wp-content/uploads/2010/03/solidariedade.jpg"><img class="size-medium wp-image-310" title="Mecenato e Solidariedade Social" src="http://www.ptws.info/wp-content/uploads/2010/03/solidariedade-300x233.jpg" alt="Mecenato e Solidariedade Social" width="300" height="233" /></a><p class="wp-caption-text">Fonte: Rede Social</p></div>
<p>&#8220;<strong><em>Estamos em crise!</em></strong>&#8221; apregoa-se por ai à boca cheia. Que essa não seja a razão para deixar de ser <strong>solidário</strong> para com os outros, <em>digo eu</em>.</p>
<p>Os Portugueses são bem conhecidos pelo seu aspecto solidário que vem à tona em tempos de crise, altura em que , segundo as nossas televisões e jornais, os donativos para causas aumentam.</p>
<p>Mas hoje não quero aqui falar dos Portugueses em geral, mas sim das <strong>Empresas Portuguesas</strong>. E a pergunta que se impõe aqui é simples: <strong>Ajudar as instituições de solidariedade social e sem fins lucrativos custa assim tanto?</strong></p>
<p>A resposta é <strong>NÃO!</strong> Antes pelo contrário, em <strong>Portugal</strong> e ao abrigo da <strong>Lei do Mecenato</strong> as Empresas Nacionais podem efectuar donativos e prestar serviços de forma gratuita e ainda serem compensados por essas actividades. Esta Lei diz, e passo a citar:</p>
<p><span id="more-308"></span></p>
<p>&#8220;<strong>1 -</strong> São considerados custos ou perdas do exercício, até ao limite 8/1000 do volume de vendas ou dos serviços prestados, os donativos atribuídos às seguintes entidades: (Lei 3-B/00, de 4 de Abril).</p>
<p><strong>a)</strong> Instituições particulares de solidariedade social, bem como as pessoas colectivas legalmente equiparadas;</p>
<p><strong>b)</strong> Pessoas colectivas de utilidade pública administrativa e de mera utilidade pública que prossigam fins de caridade, assistência, beneficência e solidariedade social e cooperativas de solidariedade social;</p>
<p><strong>c)</strong> Centros de cultura e desporto organizados nos termos dos estatutos do Instituto Nacional de Aproveitamento dos Tempos Livres dos Trabalhadores (INATEL), desde que destinados ao desenvolvimento de actividades de natureza social do âmbito daquelas entidades;</p>
<p><strong>d)</strong> Organizações não governamentais ou outras entidades promotoras de iniciativas de auxílio a populações carecidas de ajuda humanitária em consequência de catástrofes naturais ou de outras situações de calamidade, reconhecidas pelo Estado português, mediante despacho conjunto dos Ministros das Finanças e dos Negócios Estrangeiros. (Lei 3-B/00, de 4 de Abril)&#8221;</p>
<p>Ora bem, agora que já conhecemos mais um pouco desta <strong>Lei</strong> ficamos a saber que <strong>DAR</strong> até compensa de certa forma. Se todas as <strong>Empresas Nacionais</strong> derem um pouco cada uma, tenho a certeza que todas as <strong>Associações e Instituições sociais sem fins lucrativos</strong> irão agradecer esta onda de <strong>solidariedade</strong>.</p>
<p>E nesse sentido a <strong><a title="PTWS Alojamento Web, Servidores,  Dominios e Lojas Online" href="http://www.ptws.pt">PTWS Alojamento Web</a></strong> não foge à sua responsabilidade social, mesmo sendo o que o estado considera uma pequena empresa. Desde 2005 que o nosso website contém uma rubrica intitulada <strong>Alojamento Grátis</strong>, em que temos inscrita a seguinte mensagem que passo a citar:</p>
<p>&#8220;<strong><em>Apoiamos sem reservas instituições e projectos de carácter social, sem fins lucrativos! Contacte-nos de imediato se este é o seu caso.</em></strong>&#8221;</p>
<p>Posso garantir que são várias as instituições e projectos que apoiamos e não irei aqui fazer publicidade ao facto, pois o intuito deste artigo é apelar a que mais empresas sigam este caminho e não publicitar que já o fazemos.</p>
<p><strong>Senhor empresário/gerente</strong>, dê o seu apoio quer seja uma pequena ou micro empresa, e não arranje desculpas para não o fazer. &#8220;Sempre ouvi dizer que &#8220;<em>grão a grão enche a galinha o papo</em>&#8221; e se todos ajudarmos com pouco esse pouco será muito.</p>
<p>Estas <strong>instituições</strong> necessitam de publicidade, de estar online para dar a conhecer o que fazem, e existem tantas em Portugal que ainda não chegaram à internet!</p>
<p>Se necessitam de ter um espaço na Internet a <strong><a title="PTWS  Alojamento Web, Servidores, Dominios e Lojas Online" href="http://www.ptws.pt/">PTWS Alojamento Web</a></strong> está de portas abertas para vos oferecer esse espaço e todo o apoio necessário a uma presença na Internet e como nós estou certo que <strong>outras empresas</strong> do ramo também o farão. Contactem-nos ou contactem outras empresas no ramo. Não fiquem <strong>parados na obscuridade</strong> e venham dar a conhecer ao mundo e em especial a Portugal o que fazem para <strong>ajudar os que necessitam</strong>.</p>
<p>Ficamos à vossa espera. <strong>Apoie a solidariedade social</strong>.</p>
<p>Diga <strong>SIM EU APOIO. SIM EU DOU!</strong></p>
<div class="shr-publisher-308"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><div class='shareaholic-like-buttonset' style='float:none;height:30px;'><a class='shareaholic-fblike' data-shr_layout='standard' data-shr_showfaces='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fblog.ptws.pt%2Fconvidados%2Fajudar-custa-assim-tanto-se-calhar-nao-2.html' data-shr_title='Ajudar+custa+assim+tanto%3F+Se+calhar+n%C3%A3o%21'></a><a class='shareaholic-googleplusone' data-shr_size='standard' data-shr_count='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fblog.ptws.pt%2Fconvidados%2Fajudar-custa-assim-tanto-se-calhar-nao-2.html' data-shr_title='Ajudar+custa+assim+tanto%3F+Se+calhar+n%C3%A3o%21'></a><a class='shareaholic-tweetbutton' data-shr_count='none' data-shr_href='http%3A%2F%2Fblog.ptws.pt%2Fconvidados%2Fajudar-custa-assim-tanto-se-calhar-nao-2.html' data-shr_title='Ajudar+custa+assim+tanto%3F+Se+calhar+n%C3%A3o%21'></a></div><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic -->]]></content:encoded>
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		<title>Escolher o local para alojar o teu website &#8211; Como fazer?</title>
		<link>http://blog.ptws.pt/convidados/escolher-o-local-para-alojar-o-teu-website-como-fazer.html</link>
		<comments>http://blog.ptws.pt/convidados/escolher-o-local-para-alojar-o-teu-website-como-fazer.html#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 23 Mar 2010 22:33:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Convidados e Opiniões]]></category>
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		<description><![CDATA[Normalmente, no dia a dia, quando precisamos de comprar qualquer peça de roupa, sapatos, gadgets, etc, temos sempre o cuidado de verificar marcas, preços, qualidade do que vamos comprar, entrando em várias lojas e testando vários produtos. Em cada loja somos tratados de maneira diferente, e possivelmente numa que nos tratem de uma forma agradável [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><div id="attachment_251" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.ptws.info/wp-content/uploads/2010/03/alojamentoweb.jpg"><img class="size-medium wp-image-251" title="PTWS Alojamento Web - Uma loja online!" src="http://www.ptws.info/wp-content/uploads/2010/03/alojamentoweb-300x192.jpg" alt="PTWS Alojamento Web - Uma loja online!" width="300" height="192" /></a><p class="wp-caption-text">Comprar Alojamento Web é como entrar numa Loja e escolher um produto...</p></div>
<p>Normalmente, no dia a dia, quando precisamos de <strong>comprar</strong> qualquer peça de roupa, sapatos, gadgets, etc, temos sempre o cuidado de  <strong>verificar</strong> marcas, preços, qualidade do que vamos comprar,  entrando em várias lojas e testando vários produtos.</p>
<p>Em cada loja somos tratados de maneira diferente, e possivelmente  numa que nos tratem de uma forma <strong>agradável e atenciosa</strong>, até  podemos ser levados a comprar por um <strong>preço mais alto</strong> que em outra  loja onde somos <strong>ignorados ou mal tratados</strong>. O preço nem sempre  anda de &#8220;<em>braço dado</em>&#8221; com a qualidade.</p>
<p>Quando compramos algo, não é o lojista que nos está a fazer o favor  de vender. Somos nós que ao escolhermos aquela loja em particular  estamos a dar um <strong>voto de confiança ao lojista</strong>.</p>
<p>Então se temos estes procedimentos na nossa &#8220;<strong><em>vida real</em></strong>&#8221;  porque não replicamos este comportamento na nossa &#8220;<strong><em>vida virtual</em></strong>&#8221;  ou nas compras feitas via Internet?</p>
<p><span id="more-250"></span></p>
<p>Aqui, na <strong>Internet</strong>, assiste-se a uma compra mais por <strong>impulso</strong> do que uma compra informada e consciente. Com tantos dispositivos ao  nosso alcance, como o <a title="Motor de pesquisa Google" href="http://www.google.pt/" target="_blank">Google</a> ou o <a title="Motor de pesquisa Bing da  Microsoft" href="http://bing.pt/" target="_blank">Bing</a>, fóruns como a <a title="Maior forum de  Tecnologia em Portugal - Zwame" href="http://www.zwame.pt" target="_blank">Zwame</a> e muitos  outros, porque razão <strong>compramos por impulso</strong>?</p>
<p>Não sendo um psicólogo, e não sendo essa a minha área formação, sou  incapaz de analisar este comportamento um pouco estranho, mas, e por  esse facto, achei que este artigo seria do<strong> interesse comunitário</strong>.</p>
<p><img title="Mais..." src="http://www.ptws.info/wp-includes/js/tinymce/plugins/wordpress/img/trans.gif" alt="" /></p>
<h3><strong>Escolher o local para Alojar o meu Website &#8211; Como fazer?</strong></h3>
<p>Em primeiro lugar, <strong>não compres por impulso</strong>!</p>
<p><strong>Pesquisa</strong>, <strong>informa-te</strong>, <strong>procura</strong>, <strong>compara</strong>, <strong>contacta</strong>&#8230;  Estas são as <strong>palavras chave</strong> para uma escolha <strong>sensata e  informada</strong>. Considera a Internet como um gigantesco <strong>Centro  Comercial</strong>, e como em qualquer parte, existe gente séria e gente  menos séria que está à espera dos incautos para lhes vender &#8220;<em>gato por  lebre</em>&#8221; como é comum ouvir dizer.</p>
<p>Vamos então passo a passo compreender como podemos efectuar uma  escolha informada e consciente para a compra do <strong><a title="PTWS  Alojamento Web, Servidores, Dominios e  Lojas Online" href="http://www.ptws.pt/" target="_blank"><strong>Alojamento  Web</strong></a></strong> que necessitamos para  colocar o nosso website online:</p>
<div id="attachment_254" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://www.ptws.info/wp-content/uploads/2010/03/pesquisarnawebg.jpg"><img class="size-medium wp-image-254" title="Passo 1 - Pesquisar" src="http://www.ptws.info/wp-content/uploads/2010/03/pesquisarnawebg-300x293.jpg" alt="Passo 1 - Pesquisar" width="300" height="293" /></a><p class="wp-caption-text">Existem dezenas de motores   de busca e forums na Internet</p></div>
<h3>Passo 1 &#8211; Pesquisa</h3>
<p>Antes mesmo de iniciar a tua pesquisa, pensa nos requisitos ou nas  necessidades do teu site. Faz um plano a<strong> curto e médio prazo</strong>,  mais que isso não vale a pena pois o mercado de <a title="PTWS  Alojamento Web, Servidores, Dominios e Lojas Online" href="http://www.ptws.pt" target="_blank"><strong>Alojamento  Web</strong></a> é muito volátil. Pensa no espaço em disco que necessitas  (não ligues aos chavões comerciais de <em>espaço ilimitado e tráfego  ilimitado</em> &#8211; ver mais à frente como funciona), no tráfego que  necessitas e pensa que a qualquer altura podes efectuar <strong>um upgrade</strong> ao teu plano de <strong><a title="PTWS Alojamento Web, Servidores, Dominios e   Lojas Online" href="http://www.ptws.pt/" target="_blank"><strong>Alojamento  Web</strong></a></strong> sem perder o que já pagaste.</p>
<p>Usa o <a title="Motor de pesquisa Google" href="http://www.google.pt/" target="_blank">Google</a>, ou o teu motor de pesquisa favorito, ou  melhor ainda, visita um fórum e pede opiniões. Fóruns como a <a title="Maior forum de Tecnologia em Portugal - Zwame" href="http://www.zwame.pt" target="_blank"><strong>Zwame</strong></a> por exemplo tem um <a title="Tópico na  Zwame.pt sobre Alojamento Web e seus fornecedores." href="http://forum.zwame.pt/showthread.php?t=165974" target="_blank">tópico  fixo com uma lista de fornecedores</a> que podes usar para consultar e  bastantes comentários úteis para separar o &#8220;<em>trigo do joio</em>&#8220;.</p>
<p>Faz uma <strong>primeira lista</strong> com pelo menos <strong>10 fornecedores</strong> que correspondam ou tem planos que vão de encontro ao que pretendes. Não  ligues para já neste passo ao preço, apenas às necessidades do teu  website. Escolhe baseado em necessidades realísticas e não no potencial  daqui a 3 ou 4 anos, pois de outra forma estás a deitar dinheiro pela  janela.</p>
<h3>Passo 2 &#8211; Informa-te</h3>
<p>Da lista de <strong>potencias fornecedores</strong>, e usando o teu motor de  pesquisa favorito (Google, Bing, etc..) coloca o nome de cada um e  verifica nos resultados o que aparece, principalmente em páginas que <strong>não  pertençam ao fornecedor</strong> em causa. Aqui poderás encontrar informação  adicional, comentários, problemas, com cada um dos fornecedores que  escolhes-te na tua lista. Vai eliminando os que têm muitas informações  negativas. Ter <strong>100% de informação positiva é raro</strong> e pode  significar que o fornecedor ou é <strong>muito bom ou muito pequeno</strong>.</p>
<h3>Passo 3 &#8211; Procura</h3>
<p>Procurar e disseminar a informação que encontramos nos motores de  pesquisa é essencial. <strong>Amigos</strong>, <strong>Fóruns</strong>, <strong>Redes Sociais</strong>,  todos têm ou podem ter informação pertinente sobre os fornecedores que  constam na tua lista.</p>
<p>Por exemplo na <a title="Tópico na Zwame.pt sobre Alojamento Web e  seus fornecedores." href="http://forum.zwame.pt/showthread.php?t=165974" target="_blank"><strong>Zwame tens este tópico com mais de 32 páginas</strong></a> (na altura em que escrevo este meu artigo) cheias de informação sobre  os mais diversos fornecedores de soluções de <strong><a title="PTWS  Alojamento Web, Servidores, Dominios e  Lojas Online" href="http://www.ptws.pt/" target="_blank"><strong>Alojamento  Web</strong></a></strong>, de problemas reportados  por clientes, enfim, com informação essencial para a tua pesquisa.</p>
<p><strong>Lembra-te sempre:</strong> Não existe um fornecedor que agrade a 100%  dos clientes assim como não existe o <strong>Alojamento Web perfeito</strong>.</p>
<h3>Passo 4 &#8211; Compara</h3>
<p>Comparar é um dos passos mais importantes de todo o processo de  selecção de um fornecedor. Sugiro o <strong>Excel</strong> (da Microsoft) ou o <strong>Calc</strong> (do Open Office) para o efeito. Coloca todos os fornecedores, um em  cada coluna, e depois vai espalhando pelas várias linhas os planos,  espaço em disco, tráfego, preço, feedbacks, etc de forma a poderes ter  uma visão global de todos e dessa forma poderes <strong>seleccionar 3 a 5 para  o processo final de escolha</strong>.</p>
<p><strong>Porque 3 a 5..?</strong> Simples, sendo o passo final um dos mais  importantes, esses 3 a 5 potenciais fornecedores necessitam de ser <strong>testados</strong> em vários parâmetros.</p>
<p>Neste <strong>passo 4</strong> é também importante verificar determinados  pontos:</p>
<p>- <strong>Espaço Ilimitado</strong> &#8211; Não existe. É um chavão puramente  comercial e significa que não vais ser contabilizado pelo espaço em uso,  mas se formos ler os <strong>Termos e Condições</strong> da empresa em causa  provavelmente encontramos limitações quanto à percentagem do espaço não  poder ser ocupado por imagens ou ficheiros demasiado grandes ou qualquer  outra limitação ridícula que torna o ilimitado em muito limitado.</p>
<p>- <strong>Tráfego ilimitado</strong> &#8211; Mais um chavão comercial muito em uso.  Aqui é questão de procurar os limites de <strong>CPU</strong>, <strong>Memória</strong> e <strong>numero  de processos</strong> em simultâneo que existem nos <strong>Termos e Condições</strong> para se descobrir limitações que impedem um honesto cliente de um  fornecedor de &#8220;ilimitados&#8221; de poder usar a maioria dos recursos ao seu  dispor. Ilimitado pode também significar (nem sempre) lentidão nos  sites, pois em vez de terem 100Mbps ou mesmo 1Gbps nas suas ligações à  Internet, por vezes têm apenas 10Mbps.</p>
<p>- <strong>Contas de email e bases de dados ilimitadas</strong> &#8211; Aqui já não se  trata de um chavão comercial, mas sim de uma realidade, pois o espaço  destas está limitado pelo espaço em disco, sendo fácil oferecer aqui <strong>recursos  não contabilizados</strong>.</p>
<h3>
<p><div id="attachment_258" class="wp-caption alignleft" style="width: 245px"><a href="http://www.ptws.info/wp-content/uploads/2010/03/contactar.jpg"><img class="size-medium wp-image-258" title="Contactar antes de escolher" src="http://www.ptws.info/wp-content/uploads/2010/03/contactar-235x300.jpg" alt="Contactar antes de escolher" width="235" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">É muito importante contactar sempre o seu fornecedor por e-mail e telefone antes de escolher. </p></div></h3>
<h3>Passo 5 &#8211; Contacta</h3>
<p>Humm.. Contactar? Tanto trabalho? <strong>SIM!</strong> Este é o <strong>passo  crucial</strong> para escolher o teu fornecedor para <strong>alojar o teu website</strong>.  Dos 3 a 5 finalistas pega no e-mail de contacto de cada um e envia um  email com várias questões (<em>ver lista mais abaixo</em>), sendo que  assim vais testar vários parâmetros:</p>
<ul>
<li>Nível de conhecimento técnico</li>
<li>Rapidez na resposta</li>
<li>Capacidade de dar respostas completas e compreensíveis</li>
<li>Suporte das funcionalidades que necessitas</li>
</ul>
<p>Verifica que todos os &#8220;<em><strong>finalistas</strong></em>&#8221; tem <strong>contacto  telefónico</strong> e verifica que o mesmo <strong>funciona</strong>, ou seja, existe  alguém do lado de lá para em caso de emergência responder a qualquer  problema. Não executar este passo é um risco desnecessário e só te irás  arrepender quando dele necessitares.</p>
<p>Quanto ao teu email com questões para os teus fornecedores &#8220;<em><strong>finalistas</strong></em>&#8220;,  aqui fica um exemplo de perguntas pertinentes que deves enviar</p>
<ol>
<li>O preço já inclui IVA? (<em>caso não esteja explicito ou claro no  website do fornecedor e potencia a resposta de se o fornecedor passa  factura ou não</em>)</li>
<li>Caso ultrapasse os recursos do meu plano, posso fazer upgrade para  outro plano?</li>
<li>No caso de fazer upgrade o valor que paguei a mais (caso pague 1 ano  adiantado) é creditado? Como funciona?</li>
<li>Sou avisado e com que antecedência de ultrapassar os limites do meu  plano?</li>
<li>Se registar um domínio com a &lt;&lt;<em>nome da empresa</em>&gt;&gt;  esse domínio fica em meu nome ou no da empresa?</li>
<li>Que linguagens de programação e versões suportam os vossos  alojamentos? <em>(aqui ficamos a saber a versão do PHP e do Perl, ou no  caso dos Alojamentos Windows do ASP.net que está a correr no servidor,  dados importantes para saber se o que estamos a comprar/alugar suporte  os programas que pretendemos correr</em>)</li>
<li>Os vossos servidores estão alojados onde? (<em>se o teu público alvo é  nacional, Portugal é o melhor local para teres o teu servidor</em>) Onde  se localiza o Datacenter e que tipo de acesso têm ao mesmo?</li>
<li>As ligações dos servidores à Internet são de 10, 100 ou 1000Mbps?</li>
<li>Qual é o tempo médio e máximo de resposta a um problema de suporte?</li>
<li>Existe alguma limitação no numero de processos, ligações à base de  dados ou uso de memória e CPU nos planos de alojamento?</li>
<li>Existe alguma garantia de reembolso para os planos de alojamento  partilhado? Quais?</li>
</ol>
<p>Estas <strong>11 pequenas questões</strong> podem dizer muito sobre o teu  potencial fornecedor, que irá alojar o teu projecto. Lembra-te sempre  que <strong>TU</strong> é que és o <strong>Comprador</strong> e que tens direito a saber em  que condições o teu website está a ser alojado e acima de tudo que o  fornecedor não te está a fazer nenhum favor em responder a esta questões  legitimas e pertinentes.</p>
<p>Logicamente que este método <strong>não é 100% seguro</strong> mas é com certeza  muitas vezes melhor do que comprar por impulso. Histórias de horror de  muitos clientes que <strong>ficaram sem websites e sem domínios</strong> abundam  pela net (o <a title="Motor de pesquisa Google" href="http://www.google.pt/" target="_blank">Google</a> pode-te mostrar algumas).</p>
<p>Depois de obteres as respostas às tuas questões, está na hora de <strong>completares  a tua folha de calculo</strong> e pesar os prós e contras de cada um dos  fornecedores finalistas. Certamente que nesta fase ficarás restringido a  1 ou 2 fornecedores e que poderá ser bem mais fácil escolheres quem te  agrade e corresponda às tuas expectativas.</p>
<p><strong>A tua &#8220;casa&#8221; na Internet merece certamente este pequeno esforço  não achas?</strong></p>
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